terça-feira, 14 de novembro de 2017

COMENTÁRIOS ADICIONAIS - Lição 8 - A Ordenança da Ceia do Senhor - EBD Betel 19/11/2017

COMENTÁRIOS ADICIONAIS
Lição 8 - A Ordenança da Ceia do Senhor - EBD Betel 19/11/2017


INTRODUÇÃO

"Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, Entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele Comigo." Ap.3.20

A Ceia do Senhor e o batismo são as duas ordenanças instituídas por Cristo para serem observadas pela Igreja. A Ceia do Senhor surgiu da última páscoa de Cristo com seus discípulos antes da crucificação. O propósito da ceia é proclamar simbolicamente a morte de Cristo. Ele pede que cada cristão se prepare com cuidado cada vez que celebra ra Ceia do Senhor.

A Bíblia nos mostra claramente a origem da Ceia do Senhor, e isso encontramos nos Evangelhos de Mateus (26:26-29), Marcos (14:22-25) e Lucas (22:14-20), e também vemos sua prática posterior em Atos (2:42; 20:7) e 1 Coríntios (10:16; 11:23).

VIDEO AULA


1. CEIA DO SENHOR E SEU SIGNIFICADO


HISTÓRIA
Na noite anterior à sua morte, nosso Senhor Jesus Cristo reuniu-se com os discípulos no cenáculo (é o termo usado para o local onde ocorreu a Última Ceia e onde atualmente se encontra um grande templo. A palavra é um derivado da palavra latina cena, que significa "jantar") para tomar a refeição da páscoa. Todos os anos, o povo judeu reunia-se para celebrar a páscoa, uma refeição especial ordenada por Deus para comemorar a libertação de Israel.

Ele lançou uma série de pragas sobre o Egito, para livrar Israel do poder de faraó. Foi só após a última praga - a morte dos primogênitos em toda terra do Egito - que faraó finalmente concordou em deixar o povo partir. Os israelitas protegeram-se da praga contra os primogênitos aplicando sangue de um cordeiro morto nos umbrais das portas e nos beirais de suas casas. Depois, comeram o cordeiro assado, juntamente com pães asmos e ervas amargas, uma refeição que passou a ser conhecida como Ceia da Páscoa (ou passagem, pesach) porque o anjo da morte passou por eles.

Sempre que um israelita participava da festa anual da páscoa, lembrava-se de que Deus livrou sua nação da escravidão no Egito. A páscoa celebrada hoje ainda relembra esse grande livramento histórico, mas não vê o livramento maior que prenunciava: a cruz de Cristo.

Jesus tomou aquela antiga festa e a transformou numa refeição com um novo significado, quando instruiu os discípulos a beber o cálice e comer o pão em memória de sua morte em favor deles. O Calvário supera o Êxodo do Egito como o maior evento redentor da história.

Os cristãos não relembram o sangue dos umbrais e nas vergas, mas o sangue derramado na cruz.


COMO ERA A CEIA NOS TEMPOS DE JESUS

domingo, 12 de novembro de 2017

LIÇÃO 8 - A ORDENANÇA DA CEIA DO SENHOR - EBD Betel - Conteúdo da Lição - 19/11/2017

CONTEÚDO DA LIÇÃO




TEXTO ÁUREO
"Porque, todas as vezes que comerdes deste pão e beberdes deste cálice, anunciais a morte do Senhor, até que venha." 1 Co 11.26

VERDADE APLICADA
A Ceia do Senhor é uma ordenança de Cristo, um memorial de Sua morte redentora e um alerta de Seu retorno.

TEXTO DE REFERÊNCIA - 1 Co 11. 23-26
Porque eu recebi do Senhor o que também vos ensinei: que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão;
E, tendo dado graças, o partiu e disse: Tomai, comei; isto é o meu corpo que é partido por vós; fazei isto em memória de mim.
Semelhantemente também, depois de cear, tomou o cálice, dizendo: Este cálice é o novo testamento no meu sangue; fazei isto, todas as vezes que beberdes, em memória de mim.
Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice anunciais a morte do Senhor, até que venha. 1 Coríntios 11:23-26

INTRODUÇÃO
Batismo e Ceia são ordenanças de Jesus. O batismo em águas aponta para nossa união com o Senhor em Sua morte, Sepultamento e Ressurreição; e a Ceia, para continuidade de nossa comunhão com o Senhor pela Nova Aliança.

1. CEIA DO SENHOR E SEU SIGNIFICADO
Um pouco antes de ser traído, Jesus se reuniu com Seus discípulos para uma reunião comemorativa que marcaria para sempre a humanidade. Essa refeição deveria ser comemorada pelas futuras gerações, para demonstrar o profundo significado que Ele fez por todos nós. A Ceia é um memorial de Sua morte; é a proclamação da Sua obra redentora e um alerta quanto ao seu retorno. (1Co 11.24-26).


1.1. O contexto da instituição da Ceia
A Ceia do Senhor é a segunda ordenança que Jesus deixou para a Igreja (o batismo em águas foi a primeira). Foi instituída pelo Senhor “na noite em que foi traído” (1Co 11.23), quando da celebração da última Páscoa com Seus discípulos (Lc 22.15). A Páscoa era uma das três grandes festas dos judeus, sendo as outras: Pentecostes e Tabernáculos. A Pascoa apontava para três fatos importantes na história de Israel: o fim da escravidão vivida no Egito; o início de uma nova vida; e o começo da caminhada rumo a Terra Prometida (Êx 12.1, 14, 27). A Páscoa judaica era tipo da perfeita obra da redenção consumada por Jesus Cristo: através do Seu sacrifício, Ele nos liberta da escravidão do pecado, nos proporciona um (novo nascimento) e nos garante, no futuro, estarmos “para sempre com o Senhor”.

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

EBD BETEL - COMENTÁRIOS ADICIONAIS - Lição 7 - A Ordenança do Batismo em Águas 12/11/2017

COMENTÁRIOS ADICIONAIS

Lição 7 - A Ordenança do Batismo em Águas 12/11/2017



Textos de Referência
Mateus 3.13, 16; 28.19; At 2.38

Introdução

O batismo e a ceia são as duas ordenanças instituídas por Cristo para serem observadas pela Igreja. O batismo retrata a identificação do crente com Cristo em sua morte, sepultamento e ressurreição. Jesus em pessoa submeteu-se ao batismo por João antes de começar a batizar as pessoas.   Lc 3.3

Todos aqueles que professam a fé Cristão viveram ou ainda irão viver a experiência do Batismo. "Quem Crer e for batizado será salvo, mas quem não crer será condenado" Mc 16.16



Isto não significa que quem não teve a oportunidade de viver a experiência do batismo será condenado, lembra-se do caso do ladrão na Cruz que se arrependeu de seus pecados? Ele não foi batizado e mesmo assim foi aceito no reino de Cristo. Veja o que diz Paulo em Rm 2.14 "Os não judeus não têm a lei. Mas, quando fazem pela sua própria vontade o que a lei manda, eles são a sua própria lei, embora não tenham a lei."

Porém há os que receberam a mensagem de Cristo e a oportunidade do Batismo, ,neste caso o batismo se torna condição para pertencer ao corpo de Cristo.

VÍDEO AULA

1. Aspectos gerais sobre o batismo


Qual a História do Batismo? Onde ele de originou?  Como chegamos a ele?

O batismo já existia muito antes do início do movimento cristão. Para compreender as suas raízes precisamos voltar aos tempos do antigo testamento, o que eu gostaria de citar aqui é o batismo dos gentios no antigo testamento.


BATISMO DOS GENTIOS
O povo de Israel havia recebido as leis, as promessas, os profetas e as alianças de Deus. Eles cultuavam o Deus Verdadeiro. Algumas pessoas das chamadas nações gentias reconheciam isso e queriam se identificar com Israel, de modo a poder adorar o Deus verdadeiro corretamente. 

EBD BETEL - Conteúdo Lição 7 - A Ordenança do Batismo em Águas 12/11/2017

A ordenança do batismo em águas
12 de novembro de 2017


Texto Áureo

“De sorte que fomos sepultados com ele pelo batismo na morte; para que, como Cristo ressuscitou dos mortos pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida.” Rm 6.4

Verdade Aplicada

O batismo em água é uma ordenança de Jesus que simboliza o que já aconteceu na vida de quem foi regenerado.

Textos de Referência
Mateus 3.13, 16; 28.19; At 2.38

Mt 3.13 Então, veio Jesus da Galiléia ter com João, junto do Jordão, para ser batizado por ele.
Mt 3.16 E, sendo Jesus batizado, saiu logo da água, e eis que se lhe abriram os céus, e viu o Espírito de Deus descendo como pomba e vindo sobre ele.
Mt 28.19 Portanto, ide, ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo;

At 2.38 E disse-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para perdão dos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo.

Hinos sugeridos
18, 111, 114

Introdução
Encontramos no Novo Testamento dezenas de referências à prática do batismo em águas, indicando que se trata de um rito presente desde o início da Igreja (At 2.37-41)

1. Aspectos gerais sobre o batismo
O rito batismal compõe o grupo geral de normas vinculadas com o lavar. Há vários relatos bíblicos, e também em outras fontes, sobre o uso da água em cerimônias de purificação, tanto de pessoas como de objetos, inclusive entre algumas religiões pagãs e na comunidade judaica.

1.1. Aspectos históricos
O Antigo Testamento faz menção de pessoas que ficavam impedidas de participar de atos religiosos por se encontrarem impuras, havendo, assim, a necessidade de se submeterem às abluções rituais (Lv 11, 17; Nm 19). O historiador judeu Flávio Josefo atesta que entre os essênios haviam vários tipos de purificação. Os arqueólogos encontraram nas ruínas de Massada construções que indicavam serem utilizadas para banho de imersão ritual, assim como em Jerusalém à época do segundo templo, ao pé do monte do templo. A comunidade judaica submetia o convertido gentio o judaísmo a um banho ritual, após a circuncisão, identificado como “batismo do prosélito”. O precursor de Jesus, João Batista, “apareceu batizando no deserto e pregando o batismo de arrependimento” (Mc 1.4), em cumprimento a um mandado de Deus (Jo 1.33). 

1.2. Definição da palavra batismo
No Novo Testamento, no original grego, são encontradas as expressões “Bapto” (verbo), com significado de submergir, e o termo derivado, “baptizo”, significando imergir, tornar submerso. Tanto em contextos judaicos ou cristãos, o pensamento de imersão permanece. A própria exposição feita pelo apóstolo Paulo em Romanos 6, como sendo a união do discípulo com Cristo em Sua morte, sepultamento e ressurreição, concorda com este pensamento desde os primórdios.

1.3. Importância do batismo
Em contraste com o judaísmo, a Igreja no Novo Testamento não era caracterizada por rituais. Contudo, há duas cerimônias que estão presentes na caminhada da Igreja desde os primórdios por terem sido instituídas pelo mandamento de Cristo: batismo em águas e a Ceia do Senhor (esta será tema da próxima lição). Por esta causa, são consideradas no estudo da Teologia Sistemática sobre Eclesiologia (A doutrina da Igreja) como ordenanças da Igreja. Assim, o batismo é importante porque o que foi ordenado pelo Senhor Jesus Cristo (Mc 16.15-16; Mt 28.18-19), e porque os apóstolos e os primeiros discípulos ensinavam e praticavam essa ordenança (At 2.37-38, 41; 8.12-13; 36-38; 9.18; 10.47-48; 16.14-15, 32-33; 18.8; 19.5).

2. Batismo: forma, fórmula e condição
Considerando as controvérsias existentes quanto a estes aspectos e a pluralidade das denominações evangélicas no Brasil, refletiremos nestes assuntos por conterem ensinos preciosos para enfatizar verdades espirituais presentes nesta doutrina.

2.1. A forma de batismo
A própria etimologia da palavra, registrada no tópico anterior, indica a forma: imersão. Essa conclusão é atestada pelos estudiosos da língua grega e pelos historiadores da Igreja. Mesmo aqueles que advogam outras formas (aspersão ou fusão) reconhecem a imersão como a forma usada pela Igreja Primitiva. Inclusive, a exposição do apóstolo Paulo em Romanos 6.3-4, quando relaciona o batismo em água como símbolo de sepultamento e ressurreição, deixa claro a forma que era utilizada.

2.2. A fórmula do batismo
O próprio Senhor Jesus deu a fórmula: “...batizando-as em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo” (Mt 28.19). Encontramos, também, neste texto, a participação de três Pessoas da Trindade na obra de salvação do ser humano: o Pai amou e planejou; o Filho a consumou; e o Espírito Santo aplica a salvação no homem. Assim, quando lemos em Atos 2.38; 10.48, não se trata de uma “outra fórmula”, mas uma afirmação da “autoridade concedida” pelo Senhor de acordo com o Seu mandamento, e o reconhecimento e a submissão do novo convertido a Jesus Cristo como Salvador e Senhor.

2.3. Condição para ser batizado
No mandamento do Senhor encontramos que o batismo seria administrado aos que se tornam discípulos (Mt 28.19). Nos registros em Atos, o batismo em águas foi precedido de pregação, arrependimento, aceitação da Palavra, instrução e fé (Atos 18.8: “ouvindo-o, creram e foram batizados”.

3. O significado do batismo
É de grande importância para nossa edificação, amadurecimento e firmeza espiritual que conheçamos o significado desta ordenança da Igreja, conforme encontramos na Palavra de Deus (Rm 6.3-14; Gl 3.27; Cl 2.12).

3.1. União com Cristo
Quando o discípulo do Senhor Jesus é batizado em água, ele está testemunhando publicamente que está unido a Cristo. O apóstolo Paulo usa a expressão “vos revestistes de Cristo” (Gl 3.27), ou seja, fomos incorporados nEle pela fé. Unidos, identificados e participantes em Sua morte, sepultamento e ressurreição (Rm 6.3-5). Importante notar as expressões: “batizados na sua morte...sepultados com ele...seremos na da sua ressurreição”. O batismo não efetua esta identificação, mas simboliza algo que já aconteceu pela fé. “Estai em mim, e eu, em vós;...”, declarou Jesus (Jo 15.4a). Somos ramos e Cristo é a videira. A sobrevivência e produção dos ramos dependem da união com a videira verdadeira, Jesus Cristo.

3.2. Morte e sepultamento do nosso velho homem
“...o nosso homem velho foi com ele crucificado, para que não sirvamos mais ao pecado” (Rm 6.6). Esta é a mensagem que o batizando está proclamando ao descer às águas batismais. Para tanto é necessário que tenha ocorrido a conversão e receba ensino acerca das doutrinas fundamentais da salvação. Para viver em novidade de vida, primeiro é preciso passar pela cruz de Cristo. Não apenas morrer, mas sepultar. O sepultamento sela a morte (Cl 2.12). O apóstolo Paulo fala desta experiência em Gálatas 6.14. Não se trata de morte e sepultamento no aspecto físico, mas de não mais viver sob o domínio da natureza pecaminosa. Trata-se do resultado da nossa união com Cristo pela fé (Cl 3.3; Rm 6.11, 14). Fomos libertos do poder do pecado pelo poder de Jesus Cristo.

3.3. Andar em novidade de vida
O discípulo de Jesus liberto do poder do pecado, não mais dominado pela natureza pecaminosa e unido a Cristo, também em Sua ressurreição (ato simbolizado quando é levantado das águas batismais), agora com “ele viveremos” para que “andemos nós também em novidade de vida” (Rm 6.4, 8). Assim, o batismo em água é um anúncio público sobre o novo viver, agora debaixo do senhorio de Jesus Cristo, apresentando a Deus o nosso corpo “...como instrumento de justiça” (Rm 6.13b). 

Conclusão
Enquanto estivermos neste mundo, precisamos perseverar na proclamação do Evangelho, fazendo discípulos e batizando em água, pois são mandamentos deixados pelo Senhor da Igreja. Que a mão do Senhor continue sobre nós e, assim, “grande número creia e se converta ao Senhor” (At 11.21), para a gloria de Deus.

Questionário

1. Quais as duas ordenanças da Igreja?

2. Qual a forma do batismo?

3. Nos registros em Atos, do que o batismo em águas foi precedido?

4. Qual é a mensagem que o batizando está proclamando ao descer às águas batismais?

5. O que o sepultamento sela?