sábado, 3 de dezembro de 2016

EBD BETEL - CONTEÚDO Lição 11 - Marcas de um Verdadeiro Adorador - 11/12/2016

LIÇÃO 11 - MARCAS DE UM VERDADEIRO ADORADOR - 11/12/2016

Texto Áureo 
“Cheguemo-nos com verdadeiro coração, em inteira certeza de fé; tendo os corações purificados da má consciência e o corpo lavado com água limpa.” Hb 10.22 

Verdade Aplicada 
Os verdadeiros adoradores possuem as marcas de Deus que os diferenciam dos falsos. 

Objetivos da Lição
- Aprender quais são as marcas dos verdadeiros adoradores;
- Discernir entre as verdadeiras e as falsas marcas;
- Buscar as marcas que o adorador precisa ter


Glossário
Corroborar: Dar força, fortalecer, fortificar, comprovar, confirmar
Êxtase: Estado de inspiração e entusiasmo
Maçante: Que incomoda

Leituras Complementares
Segunda: Gn 4.1-7
Terça: 2CR 15.1-19
Quarta: Ne 8.8-12
Quinta: Hc 3.1-19
Sexta: 1Pe 1.13-25
Sábado: 1Jo 3.18-24

Textos de Referência Hb 10.16-20 
Hb 10.16 - Este é o concerto que farei com eles depois daqueles dias, diz o Senhor: Porei as minhas leis em seus corações e as escreverei em seus entendimentos; acrescenta:
Hb 10.17 - E jamais me lembrarei de seus pecados e suas iniquidades.
Hb 10.19 - Tendo, pois, irmãos, ousadia para entrar no santuário, pelo sangue de Jesus,
Hb 10.20 - Pelo novo e vivo caminho que ele nos consagrou, pelo véu, isto é, pela sua carne.

EBD BETEL - Conteúdo Lição 10 - A adoração em Tempo Integral 04/12/2016

Texto Áureo
“Porque dele, e por ele, e para ele são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém.” Rm 11.36

Verdade Aplicada

Adoração envolve tudo o que está no interior da pessoa e tudo o que está fora dela.

Textos de Referência
Romanos 12.1-3
1 Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis o vosso corpo em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional.
2 E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.
3 Porque, pela graça que me é dada, digo a cada um dentre vós que não saiba mais do que convém saber, mas que saiba com temperança, conforme a medida da fé que Deus repartiu a cada um.

Introdução
Percebe-se que há uma forte negligência na adoração verdadeira em muitas igrejas e, muito do que é feito em nome da adoração hoje, na realidade desonra a Jesus Cristo.

domingo, 2 de outubro de 2016

EBD BETEL - CONTEÚDO Lição 1 - Entendendo o que é adoração - 04/10/2016


Texto Áureo 
“Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade.” Jo 4.24 

Verdade Aplicada 
Adorar em espírito e em verdade é obedecer ao padrão de Deus para a adoração. 

EBD BETEL - Adoração e Louvor 4º Trimestre 2016 - Ano 26 - Nº 101

EBD BETEL
A excelência e o propósito de uma vida inteiramente dedicada a Deus.
Comentarista: Pastor Elias Croce


Lição 1 - Entendendo o que é adoração
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Lição 2 - A centralidade da adoração
Lição 3 - A música e a adoração
Lição 4 - O culto cristão: um ato sagrado
Lição 5 - A pureza do louvor na adoração
Lição 6 - O amor que adora a Deus
Lição 7 - Levitas ontem e hoje: a crise de identidade
Lição 8 - Corpo, alma e espírito: instrumentos de adoração
Lição 9 - A oração como adoração

Lição 10 - A adoração em tempo integral
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Lição 11 - Marcas de um verdadeiro adorador
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Lição 12 - Quando a adoração perde o significado
Lição 13 - Enfrentando o falso culto


domingo, 14 de fevereiro de 2016

EBD BETEL - CONTEÚDO Lição 8 - Preservando a ética no matrimônio - 21/02/2016

EBD BETEL - CONTEÚDO Lição 8 
Preservando a ética no matrimônio - 21/02/2016
Texto Aureo 
“Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm; todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas edificam.” 1Co 10.23 

Verdade Aplicada 

Não devemos expor o cônjuge quando estivermos enfrentando uma situação desconfortante e conflitante do nosso relacionamento conjugal. 

Objetivos da Lição 

Abordar sobre os segredos do casamento; 
Salientar que a ética evita constrangimentos futuros; 
Ressaltar que o casamento é uma bênção, desde que haja respeito e que cada um cumpra a sua responsabilidade. 

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

EBD BETEL - CONTEÚDO - Lição 07 Cultivando o Diálogo, a Reúncia e a Tolerância - 14/02/2016

Lição 07 – 14 de Fevereiro de 2016 “Cultivando o diálogo, a renúncia e a tolerância”
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Texto Áureo
“Para se conhecer a sabedoria e a instrução; para se entenderem as palavras da prudência" Pv 1.2

Verdade Aplicada
O homem sábio é aquele que ouve e pratica a Palavra de Deus. Ele constrói sua casa e seus relacionamentos sobre fundamento sólido.

Textos de Referência
Ef 4.2 – Com toda a humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros.
Ef 4.3 – Procurando guardar a unidade do Espírito pelo vínculo da paz.
Fp 2.2 – Completai o meu gozo, para que sintais o mesmo, tendo o mesmo amor, o mesmo ânimo, sentindo uma mesma coisa.
Fp 2.3 – Nada façais por contenda ou por vanglória, mas por humildade; cada um considere os outros superiores a si mesmo.
Fp 2.4 – Não atente cada um para o que é propriamente seu, mas cada qual também para o que é dos outros.

INTRODUÇÃO
O diálogo leva a compreensão do que o outro pensa e sente. A renúncia é a compreensão de que não se pode agir sempre como se gostaria. A tolerância faz parte do sentimento de que todos falham e de que ninguém é perfeito.

1. A EFICÁCIA DO DIÁLOGO NA COMUNICAÇÃO
As pessoas precisam aprender a se comunicar. Sem um transmissor e um receptor a comunicação não se efetiva.O monólogo não é suficiente para duas pessoas se relacionarem. Existem várias formas de comunicação, mas a mais eficiente é o diálogo. O ato de dialogar deve ser estimulado e treinado, pois quem tem uma boa comunicação se sobressai.  

1.1. Ouvir e falar no momento certo 
No diálogo é preciso saber falar e ouvir no momento certo. O diálogo desarma o silêncio diabólico. Com o diálogo se quebra o gelo e as barreiras caem. Sem o diálogo tudo se esfria, se distancia, há um vazio, há uma barreira, um isolamento. Mas com o diálogo se renova o compromisso, as pessoas ficam mais unidas, se conhecem melhor e aperfeiçoam os laços. A Bíblia diz em Eclesiastes 3.7 que há tempo de falar e tempo de ficar calado, saiba discernir isto. Não podemos atropelar quem está com a palavra, nem responder antes da hora, mas quem fala precisa dar oportunidade para quem está ouvindo para se expressar também.   

1.2. Promover a edificação
O diálogo precisa ocorrer de forma clara e objetiva, sempre trazendo a edificação. Se a pessoa não se expressar, o seu cônjuge não saberá o que ela está pensando nem as suas necessidades. A conversa clara e objetiva, sem rodeios, será salutar para a vida do casal. O diálogo de coisas passadas que fizeram mal ao casal deve ser evitado, sob pena de se abrir feridas já cicatrizadas. Tudo que não traz edificação deve ser desprezado (1Co 10.23)
1.3. Verdade, educação e respeito
O diálogo precisa ocorrer com verdade, educação e respeito. A honestidade e a sinceridade precisam prevalecer. Muitos lares estão contaminados com a mentira, um vício na comunicação. Cuidado! Apocalipse 21.8 diz que ficarão de fora todos aqueles que amam e praticam a mentira. Não pense que a verdade irá ferir a pessoa amada, desde que ela seja transmitida com amor e com educação e respeito, pois a verdade deve libertar e dar vida, jamais ferir ou matar a pessoa (Jo 8.32). Cuidado para não perder o respeito. A Palavra de Deus diz que é mais difícil reconquistar uma pessoa que foi desrespeitada ou ofendida do que uma cidade fortificada.

2. A VIDA É MARCADA POR RENÚNCIAS
Jesus disse aos Seus discípulos: "Se alguém quiser vir após mim, renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz, e siga-me" (Mt 16.24) Para tudo na vida há necessidade de renúncias. Para o casamento não é diferente. Muitas coisas que gostamos precisamos renunciar ou negociar com o nosso cônjuge, pois não se admite posições ferrenhas e radicais no casamento.    

2.1.  O fortalecimento da harmonia
A renúncia de posições radicais fortalece a harmonia. Renunciar dá uma conotação de se esvaziar de si mesmo, tirar o egoísmo e trabalhar em benefício da união e unidade no casamento. Renunciar posições radicais que nada contribuem ou acrescentam ao casamento, a não ser conflitos e desgastes. Precisamos também renunciar a forma grosseira, agressiva e ignorante de tratar a pessoa amada, pois só tira a paz e corrói o amor. 

2.2. Um dever para os casados
A renúncia da vida de solteiro é um dever para os casados. Depois de casado, precisa-se abrir mão do
individual em benefício do mútuo. Para estar casado não se pode viver um vida como se estivesse solteiro, não tendo hora de chegar em casa, saindo a hora que bem quer, estando com quem quer, tendo a mesma vida que levava quando tinha liberdade de fazer o que queria. Os amigos de solteiro ou passam a ser amigos do casal ou precisam ser analisados para se tomar uma decisão inteligente. As amizades antigas podem causar ciúmes ao casal, o que é prejudicial ao casamento.

2.3. Deve partir dos dois lados
A renúncia deve partir dos dois lados, isto é, marido e mulher. Para um casamento duradouro é necessário uma boa dose de renuncia. Exige-se que a renúncia tenha pista dupla, deve partir dos dois lados. Isto requer maturidade, amadurecimento e sabedoria de ambas as partes. O homem não pode agir com machismo, sem nunca abrir mão das suas posições. O marido precisa olhar para a mulher conforme está registrado em 1 Pedro 3.7: "Igualmente vós maridos vivei com elas com entendimento, dondo honra à mulher, como vaso mais frágil, e como sendo elas herdeiras convosco da graça da vida, para que não sejam impedidas as vossas orações". A correspondência também é recíproca, uma vez que a mulher não deve relegar o marido a segundo plano.

3. A TOLERÂNCIA REQUER PACIÊNCIA
Tolerar é aceitar o cônjuge com a sua personalidade. É amá-lo e respeitá-lo. É aceitar como a pessoa é. É suportar as imperfeições. É esperar crescer e adquirir maturidade. O namoro e noivado são estágios probatórios para o casamento, mas muitos casaram pensando que poderia mudar a natureza de seus cônjuges após o casamento, mas hoje descobriram que isto é muito difícil. Agora precisam aprender a conviver com algumas situações que não são o ideal, mas resta ter paciência e suportar uns aos outros em amor (Ef 4.2; Cl 3.13)
3.1. Tolerar as tradições do cônjuge
Todos nós temos as nossas tradições que envolvem a família, a religião, os costumes, as comemorações, a formação, a alimentação, etc. Muitas coisas que as pessoas fazem passaram de geração para geração, de pai para filho. As comemorações que marcam dias especiais na família são uma coisa muito particular. A alimentação é regional e muitos preservam as comidas típicas do seu estado. A concepção religiosa de usos e costumes variam de pessoa para pessoa, mesmo dentro da mesma denominação.

3.2. Tolerar as limitações do cônjuge
Todos nós temos os nossos limites, isto é, vamos até um determinado ponto, depois não conseguimos mais avançar. Os cônjuges precisam entender isto. Não adianta exigir além das possibilidades físicas e intelectuais. Cada pessoa tem um capacidade de absorção e de assimilação. O nosso desenvolvimento intelectual diferencia um do outro. Um dos cônjugues pode chegar mais longe nos estudos ou galgar uma posição social de mais destaque, mas isso não lhe dá o direito de desprezar a pessoa amada. O limite pode ser diferente do outro, mas não devemos nos desesperar, porque isto é normal.
3.3. Tolerar as imperfeições do cônjuge
Todos nós temos falhas, um mal costume, ou mesmo um cacoete. Sempre temos algum coisa que desagrada o outro. Mas a maturidade diz que é preciso tolerar as imperfeições do conjugue e tentar ajudá-lo a corrigir as falhas com amor e respeito. Nunca devemos zombar ou criticar a pessoa amada por um defeito, pois talvez não tenhamos o defeito dela, mas em contrapartida, temos um defeito que ela não tem. Nunca podemos pensar que somos perfeitos, que não temos imperfeições e que não carecemos de nenhuma melhora.  

CONCLUSÃO
É extremamente necessário para quem almeja viver dias felizes e ter um casamento alegre e duradouro atentar para a seguinte orientação: "Não se esqueça jamais de cultivar atitudes que coloquem essas três palavras em evidência: diálogo, renúncia e tolerância".