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sábado, 26 de setembro de 2015

COMENTÁRIOS ADICIONAIS DA LIÇÃO 13 – 27 de setembro de 2015 - “O milagre do livramento da serpente em Paulo”

COMENTÁRIOS ADICIONAIS DA LIÇÃO 13 – 27 de setembro de 2015 
“O milagre do livramento da serpente em Paulo” 

INTRODUÇÃO
Foram três meses numa ilha após um trágico naufrágio, Paulo passa por uma nova experiência, mas para ele já não era novidade os livramentos, tamanha sua convicção em Deus, por diversas vezes declarou que sua vida e sua suficiência vinha de Deus.

Mas enfim, quem foi este homem? Quem foi Paulo? Passamos o semestre estudando sobre Sinais, Milagres e Livramentos do Novo Testamento, a grande maioria baseado no livros de Atos dos Apóstolos e hoje encerramos com mais um livramento na vida de Paulo.

sábado, 19 de setembro de 2015

CONTEÚDO DA LIÇÃO 13 – 27 de setembro de 2015 “O milagre do livramento da serpente em Paulo”

CONTEÚDO DA LIÇÃO 13 – 27 de setembro de 2015 
“O milagre do livramento da serpente em Paulo” 

TEXTO ÁUREO 

E, havendo Paulo ajuntado uma quantidade de vides, e pondo-as no fogo, uma víbora, fugindo do calor, lhe acometeu a mão” At 28.3 

VERDADE APLICADA

Não existe investida diabólica que não se revele diante do fogo produzido por Deus ou que possa frear um crente cheio de Espírito Santo. 

OBJETIVOS DA LIÇÃO

Ensinar as lições espirituais da víbora e do fogo e a reação de Paulo diante da interpretação errônea do povo; 
Mostrar a artimanha do inimigo em tentar inutilizar nossas ferramentas de trabalho; 
Explicar porque Paulo foi conduzido por Deus até Malta. 

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

EBD BETEL - COMENTÁRIOS ADICIONAIS - LIÇÃO 12 O Milagre do Livramento do Naufrágio 20/09/2015



COMENTÁRIOS ADICIONAIS - LIÇÃO 12 - O Milagre do Livramento do Naufrágio
20 de setembro de 2015

PERSONAGENS PRINCIPAIS
  • O apóstolo Paulo
  • Júlio - O centurião (centurião na hierarquia militar era o sexto na cadeia de comando numa legião) Era o oficial responsável por comandar uma centúria, dando ordens que deveriam ser prontamente obedecidas pelos homens que liderava, inclusive na rápida execução de uma qualquer formação militar e, encarregava-se da disciplina e instrução da legião.
  • Aristarco, macedônica, de Tessalônica
  • Lucas que escreveu o relato

NAVIOS E LUGARES NAVEGADOS
Um navio adramitino: Costa da Ásia, Sidom, Abaixo de Chipre, Cilícia, Panfília, Mirra, na Lícia
Troca de Navio para o Navio de Alexandria que iria para Itália: Cnido, abaixo de Creta, junto de Salmone, Bons Portos próximo a cidade de Laséia, Costa de Creta, Ilha Clauda, Mar Adriático, Ilha Malta onde todos se salvaram
  • Total de presos daquela viagem: 276
  • Carga de Navio se perde toda

O GRANDE PERIGO - Euroaquilão
“Euroaquilão” é uma combinação de ventos com força de tufão



ALEXANDRIA
É uma cidade do Egito, sendo a segunda mais populosa do país, com uma população de cerca de 4,1 milhões de habitantes. É o maior porto do Egito, servindo 80% das importações e exportações da cidade, e um dos principais pontos turísticos egípcios.
Nos tempos antigos, Alexandria foi uma das cidades mais importantes do mundo. Foi fundada em torno de um pequeno "vilarejo" em 331 a.C. por Alexandre, o Grande. Permaneceu como capital do Egito durante mil anos.
Alexandria era conhecida pelo Farol de Alexandria (uma das sete maravilhas do mundo antigo), pela Biblioteca de Alexandria (a maior do mundo antigo) e pelas catacumbas de Kom el Shoqafa (uma das sete maravilhas do mundo medieval). 

INTRODUÇÃO
PAULO PRISIONEIRO
Paulo tinha sido preso, fica dois anos preso em Cesareia, quando muda o governo, o sinédrio judaico tenta corromper o Governador Festo para que ele fosse enviado para Jerusalém para que lá fosse julgado (queriam matá-lo no caminho), Paulo se levanta e diz que era cidadão Romano e queria ser julgado em Roma e pra lá ele foi enviado aos cuidados de Julio, o centurião e é nesta viagem que ele sofre um naufrágio e vive uma grande experiência de salvação para si e todos que estavam naquela embarcação.

O apóstolo Paulo era agora chamado a suportar as experiências que lhe poderiam tocar como um prisioneiro em cadeias durante a longa e tediosa viagem para a Itália. Foi permitido a companhia de Lucas e Aristarco. Em sua carta aos colossenses, referiu-se ele mais tarde a Aristarco como seu "companheiro de prisão" (Col. 4:10)

O INÍCIO VIAGEM
A viagem começou favoravelmente. No dia seguinte lançaram âncora no porto de Sidom. Aqui Júlio, o centurião, "tratando Paulo humanamente", e sendo informado de que neste lugar havia cristãos, "lhe permitiu ir ver os amigos, para que cuidassem dele". Atos 27:3. 

Havendo deixado Sidom, o navio encontrou ventos contrários; e tendo-se desviado de uma rota direta, seu progresso foi lento. Em Mirra, na província de Lícia, o centurião encontrou um grande navio de Alexandria, que viajava para a costa da Itália, e para este navio transferiu imediatamente os prisioneiros. Mas os ventos eram ainda contrários, e o progresso do navio foi difícil. Lucas escreve: "E, como por muitos dias navegássemos vagarosamente, havendo chegado apenas defronte a Cnido, não nos permitindo o vento ir mais adiante, navegamos abaixo de Creta, junto de Salmone. E, costeando-a dificilmente, chegamos a um lugar chamado Bons Portos."

Em Bons Portos foram forçados a ficar por algum tempo, esperando vento favorável. O inverno estava-se aproximando rapidamente, "sendo já perigosa a navegação"; e os que tinham a responsabilidade do navio tiveram que desistir de alcançar seu destino antes que a época favorável para a navegação marítima se encerrasse naquele ano. A única questão a ser decidida agora era se deviam permanecer em Bons Portos ou tentar alcançar um lugar mais favorável para invernar.

1. OS VENTOS E A VONTADE DE DEUS

1.1. Uma fiel testemunha de Cristo

A FIDELIDADE DE PAULO
Paulo foi uma testemunha corajosa e incansável, ele foi dedicado, perseverante, constante mediante a inúmeras provas, vigilante e sempre atuando de forma desinteressada, tornou-se modelo para todo discípulo, porque reproduziu de modo eminente a vida de Jesus.

Paulo foi certamente um dos maiores pastores, teólogo e plantadores de Igreja do Cristianismo e também um dos maiores educadores do Cristianismo, o homem que teve até hoje o maior número de obras traduzidas e publicadas no mundo, morreu pobre, abandonado, velho, cheio de cicatrizes numa masmorra e saindo de lá para o martírio foi extremamente influente, tinha tanta autoridade quando falava, que pregava aos ouvidos e pregava aos olhos, este foi Paulo, uma fiel testemunha de Cristo.

1.2. Discernindo os tempos

A ADVERTÊNCIA
  • Quando embarcaram para Roma a viagem parecia segura e tranquila. Era um bom barco. Havia um comandante e os marinheiros. Os passageiros estavam em segurança. Mas no verso 4 começam os ventos contrários. 
  • Chegou a um ponto que Paulo os admoestava, dizendo: “Vejo que a viagem vai ser trabalhosa, com dano e muito prejuízo, não só da carga e do navio, mas também da nossa vida”(27:9,10).
  • Eles não ouviram o conselho de Paulo e logo veio um tufão e tirou o navio da mão deles. 
Professor, reflita com a classe

  • Aprenda a ler as placas do caminho. 
  • Aprenda a discernir os sinais que Deus está lhe dando. 
  • Quando não prestamos atenção nas placas e nas sinalizações da vida podemos naufragar ou cair num abismo. 
  • Seu marido não conversa mais com você. Isso é um sinal. 
  • Você passa mais tempo na frente da novela do que estudando a Palavra de Deus. Isso é um sinal.

O DESCRÉDITO
  • A Bíblia diz: “Mas o centurião dava mais crédito ao piloto e ao mestre do navio do que ao que Paulo dizia” (v. 11). 
  • Na viagem da vida precisamos buscar conselho e orientação daqueles que andam com Deus. 
  • Quem despreza os conselhos daqueles que andam com Deus sofrem grandes danos. 
Professor (a), reflita com a classe

  • Quantos filhos que choram porque não ouviram o conselho dos pais no namoro.
  • Quantas pessoas que hoje estão completamente perdidas porque não ouviram o conselho da igreja, do pastor.

JÚLIO NÃO HOUVE A PAULO
O centurião decidiu seguir o discernimento da maioria. De comum acordo, "soprando o sul brandamente", deixaram Bons Portos na esperança de que alcançariam logo o desejado porto. "Mas não muito depois deu nela um pé-de-vento"; "e sendo o navio arrebatado" (Atos 27:13-15), não podiam navegar contra o vento.

Impulsionado pela tempestade, o navio se aproximou da pequena ilha de Clauda, e neste abrigo os tripulantes se prepararam para o pior. Todas as precauções possíveis foram então tomadas para fortificar o navio e prepará-lo para resistir à tempestade. A proteção oferecida pela pequena ilha não durou muito, e logo estavam de novo expostos a toda a violência da tempestade.

1.3. O contraste entre Paulo e Jonas

O GRANDE DIFERENCIAL DE PAULO
Em 2 Co 2.14-15 ele nos ensina uma grande verdade:

"Mas dou graças a Deus porque, unidos com Cristo, somos sempre conduzidos por Deus como prisioneiros no desfile de vitória de Cristo. Como um perfume que se espalha por todos os lugares, somos usados por Deus para que Cristo seja conhecido por todas as pessoas. Porque somos como o cheiro suave do sacrifício que Cristo oferece a Deus, cheiro que se espalha entre os que estão sendo salvos e os que estão se perdendo. "


"A NOSSA SUFICIÊNCIA VEM DE DEUS" 
Esta era a grande verdade da vida de Paulo


2. PERDEREMOS O NAVIO, AS ALMAS JAMAIS

2.1. O encorajamento de um líder

O ENCORAJAMENTO DE PAULO
Durante dias flutuaram sob um céu sem sol e sem estrelas. O apóstolo, embora sofrendo ele próprio fisicamente, tinha palavras de esperança para o momento mais crítico, uma mão auxiliadora em cada emergência. Não temia por si; sabia que Deus o preservaria para testificar em Roma da verdade de Cristo. 

2.2. Deus me deu a vida de vocês

A ESPERANÇA REVIVEU
Aproveitando a vantagem de uma trégua na tempestade, Paulo levantando a voz disse: "Fora, na verdade, razoável, ó varões, ter-me ouvido a mim, e não partir de Creta, e assim evitariam este incômodo e esta perdição... " Atos 27:21-26
  • A essas palavras, reviveu a esperança. 
  • Passageiros e tripulantes se ergueram de sua apatia. 
  • Havia muito, ainda, a ser feito, e cada esforço e capacidade deviam ser exercitados para evitar a destruição.

2.3. E todos se salvaram


TODOS FORAM SALVOS
Os náufragos foram bondosamente recebidos pelos bárbaros de Malta. "Acendendo uma grande fogueira", escreve Lucas, "nos recolheram a todos por causa da chuva que caía, e por causa do frio."  

A manobra dos marinheiros para chegar à praia é descrita com precisão, tanto esforço para depois encalhar num barco de areia, de um lado as tentativas humanas falidas, do outro a salvação oferecida por Deus. Graças a decisão do centurião que quer a todo custo salvar Paulo, também os outros passageiros detidos são poupados pelo guarda, estes, caso algum dos prisioneiros fugissem deveriam pagar com a vida, mas no final todos foram salvos.


3. VENCENDO AS TEMPESTADES

3.1. Nem estrela, nem esperança


A DIREÇÃO SÓ PODERIA VIR DE DEUS
Toda a noite a tempestade rugiu, e não obstante as precauções tomadas, o navio fazia água. "No dia seguinte aliviaram o navio." 
  • De novo veio a noite, mas o vento não amainava. 
  • O navio batido pela tempestade, era pela fúria do vento atirado de um para outro lado. 
  • A invasão da água mais aumentava, e a tripulação e passageiros trabalhavam continuamente. Não havia um momento de repouso para ninguém a bordo. 

"E ao terceiro dia", escreve Lucas, "nós mesmos, com as nossas próprias mãos, lançamos ao mar a armação do navio." "E não aparecendo, havia já muitos dias, nem sol nem estrelas, e caindo sobre nós uma não pequena tempestade, fugiu-nos toda a esperança de nos salvarmos." Atos 27:18-20.

A NAVEGAÇÃO
No primeiro século da era cristã, as viagens por mar eram feitas com dificuldades e perigos. Os marinheiros faziam a sua rota em grande parte orientando-se pela posição do Sol e das estrelas e quando havia indício de tempestade, os proprietários dos navios temiam aventurar-se em pleno mar

3.2. Transformando adversidade em oportunidade

OPORTUNIDADE PARA ENCAMINHAR AS PESSOAS PARA A VIDA
  • Quando toda a esperança se dissipou , Paulo se posicionou como mensageiro da vida. 
  • Paulo procurou uma alternativa para mudar a crise. 
  • Na tempestade não procure culpados, procure solução. 
  • Todo problema traz uma semente de vitória!


OPORTUNIDADE PARA ABANDONAR O MEDO
  • No fragor da tempestade, quando todos estavam desesperados, Paulo disse: “Já agora vos aconselho bom ânimo”. 
  • Paulo não está tomado de medo, ele está tomado de fé. 
  • O medo é inimigo da fé. 
  • O medo só aumenta a sensação de perigo e drena suas forças e embaça os seus olhos.


OPORTUNIDADE PARA RECEBER A VISITA DO ANJO DO SENHOR
  • Quando agente entra em luta, precisamos entender que Deus é Emanuel, que ele não vai embora. 
  • Na jornada da fé tem tempestade, mas também tem Deus conosco. Tem fornalha ardente, mas tem o quarto Homem.  
  • O Senhor vem ao nosso encontro ainda que na quarta vigília da noite.
  • O Senhor vem andando sobre as águas. 


OPORTUNIDADE PARA LANÇAS NOSSAS ÂNCORAS
  • Na hora das nossas lutas, precisamos lançar as nossas âncoras. Eles lançaram quatro âncoras.
    •  Precisamos lançar a âncora da fé – Na tempestade, creia que Deus está no controle. 
    • Precisamos lançar a âncora da adoração – Uma coisa é lançar a âncora da adoração quando tudo dá certo, outra é adorar quando tudo parece errado. 
    • Precisamos lançar a âncora da oração (v. 29) – Eles começaram a orar para o dia romper. Ore para o seu dia romper. Ore para que a luz chegue. O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã. 
    • Precisamos lançar a âncora da certeza (v. 26) – Paulo disse é necessário. Tem coisa que é necessário. É necessário passar pela tempestade. Esse necessário de Deus levou Paulo para uma ilha como sobrevivente, como náufrago, sem nada. Às vezes, as pessoas pensam que vamos sair da tempestade com o bolso cheio de dinheiro, com carro na garagem. Mas Paulo saiu dessa tempestade só com a vida e é a partir daí que Deus vai recomeçar um novo projeto!


3.3. Imitadores de Cristo.

UM HOMEM PRONTO A DAR SUA VIDA PELA IGREJA DE CRISTO
  • O apóstolo Paulo demonstra uma alegria imensa mesmo estando na ante-sala da morte e no corredor do martírio. 
  • Ele foi perseguido, apedrejado, preso, e açoitado com varas. 
  • Ele enfrentou frio, fome e passou privações. 
  • Ele enfrentou inimigos de fora e perseguidores de dentro. 
  • Quando ele está em Roma, sendo acusado pelos judeus diante de César, aguardando uma sentença que pode levá-lo à morte; mas a despeito dessa situação sua alma está em festa e seu coração está exultando de alegria
  • Paulo olhava para a vida numa perspectiva espiritual
  • Paulo era um homem que nutria a sua alma de esperança (Fp 2.24). Ele se considerava prisioneiro de Cristo. Não eram os homens maus que estavam no controle da sua vida, mas a providência divina. Ele não estava travando uma luta pessoal, mas estava pronto a morrer pelo evangelho.

Conclusão

"Desde agora ninguém me inquiete; porque trago no meu corpo as marcas do Senhor Jesus." Gálatas 6.17

Fontes:
http://hernandesdiaslopes.com.br/2008/04/como-passar-pelas-tempestades-da-vida/#.Vf3d799Vikp
Livro Atos dos Apóstolos - Versículo a Versículo - Rinaldo Fabris

EBD BETEL - CONTEÚDO LIÇÃO 12 - O Milagre do Livramento do Naufrágio 20/09/2015

O Milagre do Livramento do Naufrágio
20 de setembro de 2015

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Texto Áureo
“E assim nós, que vivemos, estamos sempre entregues à morte por amor de Jesus, para que a vida de Jesus se manifeste também em nossa carne mortal”. 2Co 4.11

Verdade aplicada
A provação é a porta de uma grande oportunidade para os que estão na direção de Deus.

Textos de referência
Atos 27.9; 11; 20-21
9 E, passado muito tempo, e sendo já perigosa a navegação, pois, também o jejum já tinha passado, Paulo os admoestava,
11 Mas o centurião cria mais no piloto e no mestre do que no que dizia Paulo.
20 E, não aparecendo, havia já muitos dias, nem sol nem estrelas, e caindo sobre nós uma não pequena tempestade, fugiu-nos toda a esperança de nos salvarmos.
21 E, havendo já muito que não se comia, então Paulo, pondo-se em pé no meio deles, disse: Fora, na verdade, razoável, ó senhores, ter-me ouvido a mim e não partir de Creta, e assim evitariam este incômodo e esta perda.

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

EBD BETEL - CONTEÚDO - Lição 11 – 13 de setembro de 2015 “O milagre da ressurreição de Dorcas”

CONTEÚDO Lição 11 – 13 de setembro de 2015 “O milagre da ressurreição de Dorcas”

COMENTÁRIOS ADICIONAIS - Prezados Irmãos, não tivemos comentários adicionais nesta lição, devido ao nosso curso de formação de professor de EBD. Agradecemos a compreensão. 

Texto Áureo 
“Pedro atendeu e foi com eles. Tendo chegado, conduziram-no para o cenáculo; e todas as viúvas o cercaram, chorando e mostrando-lhe túnicas e vestidos que Dorcas fi zera enquanto estava com elas” 

At 9.39 

Verdade Aplicada
Dorcas era tão útil e importante que seus irmãos de fé não puderam suportar a sua morte. Por isto, Deus permitiu o retorno à vida de Dorcas. 

Objetivos da Lição 

  • Aprender a importância do serviço cristão para a vida e para a eternidade; 
  • Ensinar que devemos ser servos dedicados assim como Dorcas foi; 
  • Desenvolver um estilo de vida marcado pela devoção a Deus. 


Textos de Referência 
At 9.36, 37, 40, 41 

Introdução 
A ajuda prestada a outros mostra que a Palavra de Deus está na vida do servo de Deus. O cuidado com as necessidades diárias das pessoas prepara o solo do coração delas para que a Palavra de Deus crie raízes. 

1. DORCAS, A NOTÁVEL DISCÍPULA 
Dorcas era fervorosa e abnegada. Para ela, tudo era fácil. Ela não contava o tempo, nem media esforços. Não barganhava com as pessoas, nem com Deus. O que ela tinha não era absolutamente dela e sentia um prazer tremendo em ajudar os outros, em deixar os outros felizes.

1.1 O reflexo da vida abundante 
1.2 Uma discípula de Jesus 
1.3 Um exemplo de vida 

2. DORCAS, O EXEMPLO DE FÉ E OBRAS
O cristão não pode viver uma vida de fachada. O cristão deve incluir em sua conduta de vida a oração, a Palavra de Deus, as boas obras e a fé. É preciso entender que o exercício da fé deve ser demonstrado com obras para ser genuíno (Tg 2.21, 22). A irmã Dorcas nos deixou essa excelente lição: uma vida de fé cheia de boas obras (Tt 2.14). 

2.1 A prática de boas ações 
2.2 O desafio da generosidade 
2.3 O progresso do Reino de Deus 

3. DORCAS, A MULHER RESSUSCITADA 
Através da ressuscitação de Dorcas, muitas vidas foram sacudidas de seu sono interior e se entregaram a Jesus. Aquele lugar de luto voltou a ser lugar de vida; um lugar de festa. Onde Deus está operando, torna-se um lugar bom para viver. Todos querem estar onde o poder de Deus é sentido. 

3.1 Morrer sem deixar saudades 
3.2 O despertamento da fé 
3.3 Compaixão, oração e fé 

CONCLUSÃO 
A Igreja adiou o sepultamento da amada discípula Dorcas na esperança da intervenção divina. O apóstolo Pedro havia pouco tempo antes curado o paralítico Enéas e os devotos cristãos esperavam que ele, através da oração e da fé, restituísse a vida de Dorcas na autoridade do nome de Jesus.

sábado, 29 de agosto de 2015

EBD BETEL - COMENTÁRIOS ADICIONAIS - Lição 10 – 06 de setembro de 2015 “O milagre da liberdade de Pedro”



COMENTÁRIOS ADICIONAIS
Lição 10 – 06 de setembro de 2015 “O milagre da liberdade de Pedro” 

Professor, 

A aula de hoje fala sobre aprisionamento e liberdade. Perseguição e Fé. Injustiça e Esperança. Ódio e Amor. Fala sobre a tirania de um rei e a unidade cristã da Igreja Primitiva, mas especialmente da história de um grande homem de Deus, que tinha experimentado fortes emoções na sua caminha cristã, que viveu um período de altos e baixos, mas cheio do Espírito Santo, voltou-se para Deus e Sua obra de maneira extraordinária.

Você pode começar a lição do hoje mostrando o vídeo abaixo do noticiário sobre a perseguição a um Pastor Iraniano e, também,  contando a história da vida de Pedro e o relato da grande mudança de seu caráter e sua total convicção em Jesus Cristo. 


Boa Aula!



Introdução 

A Bíblia diz que Pedro nasceu na região de Betsaida, uma região que fica as margens do mar da Galiléia, filho de João e irmão de André, ele era casado e estabeleceu sua residência em Cafarnaum, também quartel general do ministério de Jesus Cristo.

EBD BETEL - CONTEÚDO Lição 10 – 06 de setembro de 2015 “O milagre da liberdade de Pedro”

Lição 10 – 06 de setembro de 2015 “O milagre da liberdade de Pedro” 

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Texto Áureo 

“E Pedro, tornando a si, disse: Agora sei verdadeiramente que o Senhor enviou o seu anjo, e me livrou da mão de Herodes, e de tudo o que o povo dos judeus esperava.” At 12.11 

Verdade Aplicada 

A oração é a chave que nos dá acesso aos compartimentos mais secretos do projeto divino. Ela pode nos revelar o como, o quando e a maneira menos cansativa para a vitória. 

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

EBD BETEL - COMENTÁRIOS ADICIONAIS - A irreverência destruiu Ananias e Safira 30/08/2015

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Lição 09 – 30 de agosto de 2015 “A irreverência destruiu Ananias e Safira”

Professor, esta é uma lição para profunda reflexão. 

PERSONAGENS PRINCIPAIS: Pedro, Ananias, Safira

Após a leitura dos textos de referência, uma pergunta importante pode ser feita para despertar o interesse de seus alunos no início da aula.

PERGUNTA INICIAL
Porque não foi dado a Ananias e Safira a possibilidade de se explicarem, de reconhecerem seu gesto errado e se converterem?

Deixe a resposta para a Conclusão, peça para que seus alunos pensem a respeito.

Introdução
Professor, após a leitura da Introdução, faça um breve resumo da aula

EBD BETEL - CONTEÚDO Lição 9 - A irreverência destruiu Ananias e Safira 30/08/2015

Lição 09 – 30 de agosto de 2015 “A irreverência destruiu Ananias e Safira”

Texto Áureo
“E houve um grande temor em toda a igreja, e em todos os que ouviram estas coisas” At 5.11

Verdade Aplicada
Deus conhece o interior da alma de cada ser humano, Ele jamais é injusto. Quando age com juízo, é porque viu o que nenhum de nós poderia ter visto.

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

EBD BETEL - COMENTÁRIOS ADICIONAIS - LIÇÃO 8 A unção que produz milagres - 23 de agosto de 2015

Comentários Adicionais - Lição 08 – 23 de agosto de 2015 
“A unção que produz milagres” 

Graça e a Paz do Senhor Jesus!

Prezado Professor, nesta lição sugiro fazer com sua classe um Júri Simulado, no item 3 tem o passo a passo. Boa Aula e que Deus os abençoe.

Textos de Referência Lc 4.18-21 

Introdução 

1. A UNÇÃO E SEU SIGNIFICADO 

Vamos entender primeiro o que ocorria na Igreja de Atos 2. 42-47?

PORQUE ELES ERAM TÃO DIFERENTES?
Lucas nesta passagem nos dá uma visão de um projeto de comunidade cristã ideal no qual devemos nos inspirar. Ele fala do entusiasmo e a generosidade da primeira Igreja logo após o pentecostes.

EBD BETEL - CONTEÚDO LIÇÃO 8 A unção que produz milagres - 23 de agosto de 2015

Conteúdo - Lição 08 – 23 de agosto de 2015 
“A unção que produz milagres” 

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Texto Áureo 

“E acontecerá, naquele dia, que a sua carga será tirada do teu ombro, e o seu jugo do teu pescoço; e o jugo será despedaçado por causa da unção” Is 10.27 

Verdade Aplicada 

A responsabilidade nos qualifica para a unção, pois o que nos confirma diante de Deus e das pessoas é a maneira como vivemos e administramos o poder que nos foi concedido por Ele. 

Objetivos da Lição 

  • Explicar o significado e o propósito da unção; 
  • Ressaltar que irresponsabilidade atrasa a obra de Deus e que autoridade não é sinônimo de responsabilidade; 
  • Mostrar os benefícios e o ônus produzidos pela unção. 
Glossário
Foro: Direito garantido pelo tempo ou pela lei;
Iminente: Repentino;
Conceber: Entender, compreender.

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

EBD BETEL - COMENTÁRIOS ADICIONAIS - LIÇÃO 7 - O MILAGRE DA PORTA FORMOSA 16/082015

COMENTÁRIOS ADICIONAIS
Lição 07 – 16 de agosto de 2015 
“O milagre da Porta Formosa”

TEMA CENTRAL DA LIÇÃO - A CURA DE UM COXO DE NASCENÇA
ESTUDO / PESQUISA: A PORTA DO TEMPLO chamado "Formosa", onde ficava este templo, o que os discípulos faziam lá, porque há sempre a figura de doentes nas portas dos templos, a desconfiança dos judeus conservadores.
MÉTODO DE AULA - ATIVA - Com intensa participação dos alunos - Exposição, Problematização, Trabalho em Grupo, Faça seu aluno participar, Pergunte e deixe que eles respondam

INTRODUÇÃO
  • Professor, faça uma breve exposição da aula, use no máximo de 5 a 10 minutos para resumir o que será estudado na aula de hoje. 
  • Seja objetivo - CONTE UMA BOA HISTÓRIA 
  • Seja claro, fale com tranquilidade, porém com firmeza
  • A introdução inicial precisa ser INTERESSANTE, leve os alunos a imaginar o local, a época, a situação, mas não se estenda demais, para não se tornar enfadonho.

1. A CHEGADA DE UM NOVO TEMPO 

1.1 A Porta Formosa ou Dourada 

A IMPORTÂNCIA DO TEMPLO

Não acontece por acaso no ambiente do Templo de Jerusalém este fato miraculoso dos apóstolos, por ocasião de uma reunião de oração. Veja que Pedro e João estavam indo para o Templo às três horas da tarde para oração. PRESTE ATENÇÃO NOS VERSÍCULOS ABAIXO:

  • O TEMPLO É MENCIONADO 5 VEZES NESTE TEXTO:
    • Verso 1 "Certo dia de tarde, Pedro e João estavam indo ao Templo para a oração das três horas"
    • Verso 2 "Todos os dias ele era levado para um dos portões do Templo"
    • Verso 8 "...Depois entrou no pátio do Templo"
    • Verso 10 "ficava sentado perto do Portão Formoso do Templo"
    • Verso 11 "...correram para a parte do pátio do Templo"
  • A IMPORTÂNCIA DO TEMPLO PARA OS APÓSTOLOS
    • Para Lucas, autor do livro de Atos dos Apóstolos, toda a história de Israel, como suas expectativas e promessas, está concentrada no santuário de Jerusalém
    • Lucas ressalta que a primeira comunidade CRISTÃ vive à sombra do Templo 
    • Os cristãos só distanciavam do Templo quando eram obrigados devido a violência do grupo sarcedotal saduceu.
    • Pedro e João, neste texto, vão até o templo para tomar a liturgia da tarde conhecida por "tamid", oração e sacrifício do cordeiro - ver Números 28:3-4 — era oferecido e, por esse motivo, era comum mais pessoas estarem presentes na área do templo naquele horário.  
    • Dai dá-se o encontro com o Coxo de Nascença na PORTA do TEMPLO, ou seja, o ambiente é o Templo de Jerusalém
    • Este Templo não descrito minunciosamente nas escrituras, a principal fonte de informações é de Flávio Josefo, historiador judeu que viu pessoalmente a sua estrutura e relata respeito da sua construção em seus livros:
      • Havia evidentemente oito portões que davam para a área do templo. Por causa desses portões, o primeiro pátio, o Pátio dos Gentios (que não eram judeus de nascimento), também servia como passagem, sendo que os viajantes preferiam passar por ele em vez de circundar a área do templo.



O Templo Reconstruído por Herodes

  • A PORTA

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

EBD BETEL - CONTEÚDO LIÇÃO 7 - O MILAGRE DA PORTA FORMOSA 16/082015

CONTEÚDO Lição 07 – 16 de agosto de 2015 “O milagre da Porta Formosa”
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Texto Áureo 

“E disse Pedro: Não tenho prata nem ouro; mas o que tenho isso te dou. Em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, levanta-te e anda” At 3.6 

Verdade Aplicada 

Testemunhar a Cristo no poder do Espírito Santo é demonstrar em ações aquilo que vimos, ouvimos e vivemos. 

terça-feira, 4 de agosto de 2015

EBD BETEL - COMENTÁRIOS ADICIONAIS - Lição 06 – O segredo dos milagres apostólicos 09/08/2015

COMENTÁRIOS ADICIONAIS
Lição 06 – O segredo dos milagres apostólicos 09/08/2015 - EBD BETEL

TEMA CENTRAL DA LIÇÃO - APÓSTOLOS
ESTUDO / PESQUISA: ATOS DOS APÓSTOLOS - Contexto Histórico, Fatos, Esboço do Livro de Atos, Principais Personagens, Principais acontecimentos

Lição 06 – O segredo dos milagres apostólicos 09/08/2015 - EBD BETEL CONTEÚDO LIÇÃO 06

EBD BETEL - CONTEÚDO - Lição 06 – O segredo dos milagres apostólicos 09/08/2015 


Texto Áureo
“Mas recebereis virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra”. At 1.8.

domingo, 26 de julho de 2015

EBD Editora Betel - COMENTÁRIOS ADICIONAIS Lição 5 - O Milagre do perdão - 02/08/2015

Irmãos, Paz do Senhor.

Devido ao Curso de Capacitação para Professor da EBD, hoje não teremos postagens dos Comentários Adicionais da Lição 5 - EBD Editora Betel - COMENTÁRIOS ADICIONAIS - O Milagre do perdão - 02/08/2015

Vejam abaixo as fotos. Manhã Memorável.



EBD Editora Betel - CONTEÚDO Lição 5 - O Milagre do perdão - 02/08/2015


EBD Editora Betel - CONTEÚDO Lição 5 - O Milagre do perdão - 02/08/2015
ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL

Texto Áureo
"Aqueles a quem perdoardes os pecados lhes são perdoados; e àqueles a quem os retiverdes lhes são retidos" Jo 20.23

Verdade Aplicada 
A pessoa incapaz de perdoar destrói a ponte pela qual ela mesma deveria passar

Objetivos da Lição
  • Ensinar o conceito do perdão e os malefícios causados por sua ausência;
  • Mostrar a grandeza do perdão, seu alcance e a responsabilidade que temos em conceder perdão a todos que dele precisam;
  • Apresentar o perdão como o maior de todos os milagres, porque somente através dele a salvação pode ser experimentada.


Glossário
Irrisória: Insignificante
Utopia: Plano ou sonho irrealizável
Precursor: Aquele que vem adiante de alguém anunciar a sua chegada

Leituras Complementares
Segunda - Sl. 130.4
Terça - Mt 6.12
Quarta - 2Co 2.10
Quinta - 1 Jo 1.9
Sexta - Lc 5.21
Sábado - Sl 86.5

Texto de Referência
Lc 7.44 - E, voltando-se para a mulher, disse a Simão: Vês tu esta mulher? Entrei em tua casa, e não me deste água para os pés; mas esta regou-me os pés com lágrimas, e os enxugou com os cabelos de sua cabeça.
Lc 7.45 - Não me deste ósculo, mas esta, desde que entrou não tem cessado de me beijar os pés.
Lc 7.46 - Não me ungiste a cabeça com óleo, mas esta ungiu-me os pés com unguento
Lc. 7.47 - Por isso te digo que os seus muitos pecados lhe são perdoados, porque muito amou; mas aquele a quem pouco é perdoado pouco ama


1. Entendendo o conceito do perdão
Todo ser humano é falho, imperfeito e sujeito a erros. Mais cedo ou mais tarde isso acontecerá. E quando acontecer,  o que faremos? Como agiremos? E se formos nós os causadores do problema? Consertaremos ou deixaremos como está? Perdoar é possível e, se aprendermos o que significa, tanto evitaremos quanto iremos reparar sérios transtornos.

1.1 O conceito de Amós
Para os rabinos, uma pessoa deveria ser perdoada no máximo até três vezes e, se houvesse transgressão na quarta, o tal deveria ser castigado. Eles se agarravam ao conceito de Amós. "Por três transgressões e por quatro" (Am 1.3,6,9,11,13; 2.1,46). Não se podia imaginar que um homem fosse mais piedoso do que Deus. Dessa maneira, se limitava o perdão a três ofensas. O que Jesus ensinou a Pedro sobre perdoar setenta vezes sete coloca um fim em regras humanas, demonstrando claramente que o perdão é possível e que não existe limite para se perdoar toda e qualquer ofensa (Mt 18.22). A falta de perdão além de produzir danos irreparáveis à nossa alma, ainda nos torna inimigos de Deus (Mt 6.15).

1.2 Quem não perdoa não é perdoado
Uma lição que percorre todo o Novo Testamento é que o homem deve perdoar para ser perdoado (Jo 20.23). quem não perdoa a seu próximo, não pode pretender que Deus o perdoe. "Bem-aventurados os misericordiosos", disse jesus "porque eles alcançarão misericórdia" (Mt 5.7). Depois de ensinar Sua oração aos homens, Jesus ampliou uma das petições nela contida: "Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celeste vos perdoará; se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, tampouco vosso Pai vos perdoará as vossas ofensas" (Mt 6.14,15)

1.3 Os malefícios da falta de perdão
No ano de 1999, o Dr. Fred Luskin criou o projeto da universidade de stanford para o perdão. Ele visava o impacto das emoções negativas, como raiva, mágoa e ressentimento no sistema cardíaco, causados pela ausência do perdão. Luskin descreve o perdão como sendo uma forma de se atingir a calma e a paz, tanto com o outro quanto consigo mesmo. Ele afirma que o perdão reduz a agitação que leva a problemas físicos; reduz o estresse que vem de pensar em algo doloroso e que não pode ser mudado; limita a ruminação que leva ao sentimento de impotência que reduz a capacidade de alguém cuidar de si mesmo. A conclusão do seu projeto foi a seguinte: pedir perdão produz cura (S 31.10; 32.1; 38.3)

2. A importância do perdão
Jesus contou a história de um servo que devia uma impagável soma em dinheiro a seu senhor, o qual havia sido perdoado. Todavia, esse homem perdoado, não perdoou a dívida de outro que lhe devia uma irrisória quantia, antes foi encerrá-lo na prisão, até que passage a dívida (Mt 18.30)

2.1 Sem perdão, sem misericórdia
A primeira dívida superava o valor do resgate de um rei. O contraste entre as dívidas era esmagador. O que está em jogo aqui não é o valor da dívida, mas o perdão. E o que se destacar é que nada do que temos que perdoar pode se comparar em forma vaga ou remota com o que nos perdoou. Fomos perdoados de uma dívida que está além de todo pagamento, porque o pecado do mundo provocou a morte do próprio Filho de Deus e, sendo assim, devemos perdoar como Deus nos perdoou, caso contrário, não podemos esperar encontrar misericórdia alguma. Jesus conectou a ação do rei com a ausência de perdão e o resultado foi desastroso para aquele homem ganancioso (Mt 18.32-35).

2.2 O perdão abre a porta para o Reino de Deus
João Batista, o precursor de Jesus Cristo, preparou o caminho do Senhor com a mensagem de arrependimento, ou seja, a mensagem do perdão divino sobre todo aquele que desejasse viver uma nova vida da paz (Mt 3. 1,2). A primeira mensagem de Jesus foi: "Arrependei-vos, e crede no evangelho" (Mc 1.15). A dívida humana para com Deus era gigantesca e Jesus veio a esse mundo para quitar essa dívida. Paulo nos afirma que "Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não lhes imputando os seus pecados..." (2Co 5.19)

2.3 O perdão é a quitação completa da dívida
A grandeza do perdão deve ser vista pela grandeza do pecado que Deus perdoa num momento único. Paulo nos afirma que a cédula de acusação contra nós foi cravada na cruz (Cl 2.14). Nossa sentença estava escrita, mas por Seu infinito amor e graça, o Senhor levou para a cruz essa sentença. À medida que Seu sangue ia escorrendo através do madeiro, todas as acusações contrárias a nós foram sendo riscadas. Ali, naquela cruz, estava em um só homem a sentença de todos os homens, até mesmo, os que ainda viriam a existir. Agora não existe mais condenação, o sangue de Jesus apagou tudo.

3. O maior de todos os milagres
Consideravelmente, o perdão é o maior de todos os milagres. Nele está contido o ingresso para a salvação e esta é precedida quando o perdão é estabelecido. Pois, sem ele não há reconciliação. Vejamos alguns motivos dessa graça divina (Ef 2. 8,9)

3.1 O milagre do perdão
Por mais que venhamos interpretar um milagre como estupendo ou glorioso, cada milagre realizado por Deus tende a nos atrair para Sua presença, causando em nossas vidas outro ainda maior que é o da salvação (Lc 10.20). Uma pessoa pode ser curada de câncer e morrer afastada da presença de Deus. Mesmo que ressuscite, irá morrer outra vez. E se, após ressuscitar, morrer desviado da presença de Deus? O maior milagre que as pessoas receberam da parte de Jesus foi: "a tua fé de salvou". Houve o perdão e com ele a salvação. (Mt 9.22; Mc 5.34; 10.52; Lc 7.50; 17.9)

3.2 O perdão nos coloca no âmbito da felicidade

Qual é o motivo da nossa alegria como cristãos? Qual de nós não se alegraria ao realizar milagres extraordinários em nome de Jesus? Os discípulos, assim como cada um de nós, também foram tentados a colocar o motivo de suas alegrias no sucesso ministerial (Lc 10. 19,20). Mas Jesus lhes disse que maior que tudo isso era ter o nome escrito no livro da vida, e por quê? Porque se fizermos tudo e não estivermos reconciliados com Deus, de nada adiantou tanto esforço (Mt 16.26; Lc 9.25)

3.3 O propósito do poder sobrenatural de Deus
Vivemos em um mundo abarrotado de novidades e informações, onde a ciência predomina e a tecnologia produz coisas que até duvidamos ser possíveis. Em meio a toda essa gama de informações e novidades que nos envolvem, muitas vezes nos esquecemos de nós mesmos. De como seria tão maravilhoso se pudéssemos viver sem amarguras, ressentimentos, culpas, temores e sem estar constantemente cometendo mesmos erros. Mas isso não é uma utopia, é uma realidade. Pedir perdão para muitos é sinal de fraqueza, para nós é a prova da quantidade de amor que recebemos de Deus (Lc 7.47). Perdoar é libertar e ser livre. Quem não sabe perdoar é porque não entende a verdade da cruz, ou nunca realmente experimentou o gozo de ser perdoado (mt 18.32-35).



Questionário
1. O que é perdoar?
2. Para os rabinos o perdão deveria ser dado quantas vezes?
3. Por que devemos perdoar como Deus nos perdoou?
4. Qual o motivo da nossa alegria?
5. Qual é o maior de todos os milagres

FONTE - EDITORA BETEL - Jovens e Adultos Dominical