terça-feira, 17 de maio de 2011

AS CONSEQUÊNCIAS DE NOSSAS ESCOLHAS


Final de ano é quase sempre a mesma coisa. Algumas pessoas tem pressa que acabe logo o ano difícil que viveram e não veem a hora de entrar um novo ano, acreditando que tudo pode melhorar e apostam nisto. Outras pessoas suspiram felizes e emocionadas pelo ano maravilhoso que tiveram e que já vai findando, deixando saudades. Já vivi as duas experiências e creio que muitas de vocês também.

Uma terceira situação (que ainda não vivi, graças a Deus!) é aquela em que as pessoas, além de terem um ano muito ruim, não veem nenhuma perspectiva de que as coisas vão melhorar, tem a certeza de que nada vai se resolver e de que as bênçãos não vão chegar. Esperança zero! É com essas pessoas que eu mais me preocupo, porque deve ser horrível, desesperador você ter problemas na vida e não enxergar solução para eles. Em geral, esse tipo de pessoa já tem uma predisposição ao fracasso, lamentam-se de tudo, murmuram o tempo todo e, o que é pior, não entenderam ainda que existe um Deus pronto para ouvir e mudar situações desesperadoras, sejam elas quais forem, seja de quem for.

Estou convencida de que o sofrimento de muitos tem um propósito ou uma razão e não acontecem por acaso, porque as escolhas somos nós mesmos que fazemos, mesmo que influenciados por terceiros. Um comportamento imoral ou desonesto, expressões que saem da nossa boca ou sentimentos ruins guardados no coração também contribuem muito para a infelicidade. São coisas que afastam Deus da gente. Se você é assim, mude enquanto é tempo.
Salmos, 138:7 - Se ando em meio à tribulação, tu me refazes a vida; estendes a mão contra a ira dos meus inimigos; a tua destra me salva.

Ser feliz ou não ser feliz está nas atitudes que tomamos, nas escolhas que fazemos ao longo da vida e Deus não se intromete nisto, pois já nos mostrou o caminho certo, mas somos nós quem escolhemos, é o tal “livre arbítrio” do qual a bíblia fala. Se escolhemos um caminho que não deu certo, por que não mudar de caminho? Podemos errar feio e amargar as consequências o resto da vida, ou podemos errar feio e consertar o erro. Como? Ore a Deus, leia a bíblia (ela é cheia de bons conselhos), peça ao Senhor respostas, peça-lhe que aponte caminhos melhores a seguir, aconselhe-se com homens ou mulheres de Deus, frequente uma igreja madura e de boas referências... Não desista, reaja, se for preciso peça perdão, humilhe-se, mostre ao Senhor a sua intenção em transformar uma vida triste em uma nova vida de vitórias e felicidade. Salmos, 27:14 - Espera pelo Senhor, tem bom ânimo, e fortifique-se o teu coração; espera, pois, pelo Senhor.

Lembre-se: Deus não é Deus de fracassados infelizes, pelo contrário. Mas a decisão e a atitude de mudar deve partir de você mesmo.
Te desejo um maravilhoso ano de vitórias e transformações marcantes, PORQUE VOCÊ MERECE O MELHOR DESTA TERRA!

Deixo pra você, alguns versículos de otimisto que lhe darão força:

Salmos 55:22 Confia os teus cuidados ao Senhor, e ele te susterá; jamais permitirá que o justo seja abalado;

João, 14:1 - Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim.



Salmos, 27:14 - Espera pelo Senhor, tem bom ânimo, e fortifique-se o teu coração; espera, pois, pelo Senhor.

Jeremias 29:11 "Eu é que sei que pensamentos tenho a vosso respeito, diz o SENHOR; pensamentos de paz e não de mal, para vos dar o fim que desejais."

Salmos, 29:11 - O Senhor dá força ao seu povo; o Senhor abençoa com paz ao seu povo.

Romanos 8:38-39 Porque eu estou bem certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as coisas do presente, nem do porvir, nem os poderes, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor.

Deuteronômio, 33:27 - O Deus eterno é a tua habitação e, por baixo de ti, estende os braços eternos; ele expulsou o inimigo de diante de ti e disse: Destrói-o.

Filipenses, 4:6 - Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças.

Filipenses, 1:6 - Estou plenamente certo de que aquele que começou boa obra em vós há de completá-la até o Dia de Cristo Jesus.

Salmos, 34:10 - Os leõezinhos sofrem necessidade e passam fome, porém aos que buscam o Senhor bem nenhum lhes faltará.

Fonte: mulhercrista.blogspot.com

domingo, 8 de maio de 2011

Escola Bíblica Assembleia de Deus Vila Guacuri

ASSEMBLEIA DE DEUS VILA GUACURI

Rua Olga Amato, 47 - Vila Guacuri - São Paulo - SP

Pr. Presidente - Pr. Elias Croce

9 a 15 de Maio de 2011
Tema: A Videira e a Igreja
Inscrições no local - Inlcui aulas, apostila, revista SBB, pasta da SBB e almoço no encerramento - Valor R$ 20,00

Programação - Preletores
Segunda: Pr. Silvano Doblinski
Terça: Pr. Ducler de Oliveira
Quarta: Pr. Alex Cardoso
Quinta: Pr. Juvenal Irene
Sexta: Pr. Deiró de Andrade
Sábado: Pr. João de Oliveira
Domingo: Pr. João de Oliveira

Comissão Organizadora
Pr. Ivanir Hermenegildo - Coordenador
Ev. Márcio Rodigues Lopes
Pb. Ulisses de Melo
Simone de Melo
Coop. Welington Junior

sábado, 7 de maio de 2011

Isso você tem que fazer! Pecado Zero!




Carta para Jesus

Você se sente deprimido a maior parte do tempo?

Você não se interessa mais por realizar as atividades de rotina?

Você se sente inútil?

Acha que tudo que acontece de errado é culpa sua?

Você se sente cansado e não consegue dormir?

Você já pensou (ou pensa) que as pessoas ao seu redor ficariam melhores sem você?

Você se sente sozinho e acha que não pode desabafar com ninguém porque ninguém te entenderia?

Calma. Existem pessoas dispostas a te ajudar, a te ouvir sem te julgar, te falar de alguém que te ama apesar de você achar que não merece ser amado.

Não é necessário se identificar se não quiser, você terá toda a atenção que precisar. Você só precisa abrir seu coração e confiar que nosso único objetivo é levá-lo a se sentir bem através da Palavra do Senhor Deus. Se você já tentou de tudo e a melhora nunca vem, que tal aceitar essa oportunidade de ser feliz através do amor de Cristo Jesus?

Escreva para cartaprajesus@hotmail.com

Uma vida nova te espera. Existe sim uma luz no fim do túnel. Vamos te apresentar o maior especialista em descer aos poços mais profundos para resgatar pessoas tristes e cansadas da vida assim como você.

Não desista antes de tentar essa sugestão.

Aguardamos sua "carta"! Equipe Carta Pra Jesus

"Esperei confiantemente pelo SENHOR; ele se inclinou para mim e me ouviu quando clamei por socorro." Sl 40:1

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Ricardo Gondin diz ser a favor da união civil entre homossexuais e que é o “herege da vez”

Deus nos livre de um Brasil evangélico?’ Quem afirma é um pastor, o cearense Ricardo Gondim. Segundo ele, o movimento neopentecostal se expande com um projeto de poder e imposição de valores, mas em seu crescimento estão as raízes da própria decadência. Os evangélicos, diz Gondim, absorvem cada vez mais elementos do perfil religioso típico dos brasileiros, embora tendam a recrudescer em questões como o aborto e os direitos homossexuais.

Aos 57 anos, pastor há 34, Gondim é líder da Igreja Betesda e mestre em teologia pela Universidade Metodista. E tornou-se um dos mais populares críticos do mainstream evangélico, o que o transformou em alvo. “Sou o herege da vez”, diz na entrevista a seguir.

Carta Capital: Os evangélicos tiveram papel importante nas últimas eleições. O Brasil está se tornando um país mais influenciável pelo discurso desse movimento?
RG: Sim, mesmo porque, é notório o crescimento no número de evangélicos. Mas é importante fazer uma ponderação qualitativa. Quanto mais cresce, mais o movimento evangélico também se deixa influenciar. O rigor doutrinário e os valores típicos dos pequenos grupos de dispersam, e os evangélicos ficam mais próximos do perfil religioso típico do brasileiro.

CC: Como o senhor define esse perfil?

RG: Extremamente eclético e ecumênico. Pela primeira vez, temos evangélicos que pertencem também a comunidades católicas ou espíritas. Já se fala em um “evangelicalismo popular”, nos modelos do catolicismo popular, e em evangélicos não praticantes, o que não existia até pouco tempo atrás. O movimento cresce, mas perde força. E por isso tem de eleger alguns temas que lhe assegurem uma identidade. Nos Estados Unidos, a igreja se apega a três assuntos: aborto, homossexualidade e a influência islâmica no mundo. No Brasil, não é diferente. Existe um conservadorismo extremo nessas áreas, mas um relaxamento em outras. Há aberrações éticas enormes.

CC: O senhor escreveu um artigo intitulado “Deus nos Livre de um Brasil Evangélico”. Por que un pastor evangélico afirma isso?

RG: Porque esse projeto impõe não só a espiritualidade, mas toda a cultura, estética e cosmovisão do mundo evangélico, o que não é de nenhum modo desejável. Seria a talebanização do Brasil. Precisamos da diversidade cultural e religiosa. O movimento evangélico se expande com a proposta de ser a maioria, para poder cada vez mais definir o rumo das eleições e, quem sabe, escolher o presidente da República. Isso fica muito claro no projeto da igreja Universal. O objetivo de ter o pastor no Congresso, nas instâncias de poder, pode facilitara expansão da igreja. E, nesse sentido, o movimento é maquiavélico. Se é para salvar o Brasil da perdição, os fins justificam os meios.

CC: O movimento americano é a grande inspiração para os evangélicos no Brasil?

RG: O movimento brasileiro é filho direto do fundamentalismo norte-americano. Os Estados Unidos exportam seu american way of life de várias maneiras, e a igreja evangélica é uma das principais. As lideranças daqui Ieem basicamente os autores norte-americanos e neles buscam toda a sua espiritualidade, teologia e normatização comportamental. A igreja americana é pragmática, gerencial, o que é muito próprio daquela cultura. Funciona como uma agência prestadora de serviços religiosos. de cura, libertação, prosperidade financeira. Em um país como o Brasil, onde quase todos nascem católicos, a igreja evangélica precisa ser extremamente ágil, pragmática e oferecer resultados para se impor. É uma lógica individualista e antiética. Um ensino muito comum nas igrejas é de que Deus abre portas de emprego para os fiéis.
Eu ensino minha comunidade a se desvincular dessa linguagem. Nós nos revoltamos quando ouvimos que algum político abriu uma porta para o apadrinhado. Por que seria diferente com Deus?

CC: O senhor afirma que a igreja evangélica brasileira está em decadência, mas o movimento continua a crescer.

RG: Uma igreja que, para se sustentar, precisa de campanhas cada vez mais mirabolantes, um discurso cada vez mais histriônico e promessas cada vez mais absurdas está em decadência. Se para ter a sua adesão eu preciso apelar a valores cada vez mais primitivos e sensoriais e produzir o medo do mundo mágico, transcendental, então a minha mensagem está fragilizada.

CC: Pode-se dizer o mesmo do movimento norte-americano?

RG: Muitos dizem que sim, apesar dos números. Há um entusiasmo crescente dos mesmos, mas uma rejeição cada vez maior dos que estão de fora. Hoje, nos Estados Unidos, uma pessoa que não tenha sido criada no meio e que tenha um mínimo de senso crítico nunca vai se aproximar dessa igreja, associada ao Bush, à intolerância em todos os sentidos, ao Tea Party, à guerra.

CC: O senhor é a favor da união civil entre homossexuais?

RG: Sou a favor. O Brasil é um país laico. Minhas convicções de fé não podem influenciar, tampouco atropelar o direito de outros. Temos de respeitar as necessidades e aspirações que surgem a partir de outra realidade social. A comunidade gay aspira por relacionamentos juridicamente estáveis. A nação tem de considerar essa demanda. E a igreja deve entender que nem todas as relações homossexuais são promíscuas. Tenho minhas posições contra a promiscuidade, que considero ruim para as relações humanas, mas isso não tem uma relação estreita com a homossexualidade ou heterossexualidade.

CC: O senhor enfrenta muita oposição de seus pares?

RG: Muita! Fui eleito o herege da vez. Entre outras coisas, porque advogo a tese de que a teologia de um Deus títere, controlador da história, não cabe mais. Pode ter cabido na era medieval, mas não hoje. O Deus em que creio não controla, mas ama. É incompatível a existência de um Deus controlador com a liberdade humana. Se Deus é bom e onipotente, e coisas ruins acontecem., então há algo errado com esse pressuposto. Minha resposta é que Deus não está no controle. A favela, o córrego poluído, a tragédia, a guerra, não têm nada a ver com Deus. Concordo muito com Simone Weil, uma judia convertida ao catolicismo durante a Segunda Guerra Mundial, quando diz que o mundo só é possível pela ausência de Deus. Vivemos como se Deus não existisse, porque só assim nos tornamos cidadãos responsáveis, nos humanizamos, lutamos pela vida, pelo bem. A visão de Deus como um pai todo-poderoso, que vai me proteger, poupar, socorrer e abrir portas é infantilizadora da vida.

CC: Mas os movimentos cristãos foram sempre na direção oposta.

RG: Não necessariamente. Para alguns autores, a decadência do protestantismo na Europa não é, verdadeiramente, uma decadência, mas o cumprimento de seus objetivos: igrejas vazias e cidadãos cada vez mais cidadãos, mais preocupados com a questão dos direitos humanos, do bom trato da vida e do meio ambiente.

Fonte: Pavablog