Texto Áureo “E disse Pedro: Não tenho prata nem ouro; mas o que tenho isso te dou. Em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, levanta-te e anda” At 3.6 Verdade Aplicada Testemunhar a Cristo no poder do Espírito Santo é demonstrar em ações aquilo que vimos, ouvimos e vivemos.
Lição 06 – O segredo dos milagres apostólicos 09/08/2015 - EBD BETEL
TEMA CENTRAL DA LIÇÃO - APÓSTOLOS ESTUDO / PESQUISA: ATOS DOS APÓSTOLOS - Contexto Histórico, Fatos, Esboço do Livro de Atos, Principais Personagens, Principais acontecimentos
“Mas recebereis virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra”. At 1.8.
Devido ao Curso de Capacitação para Professor da EBD, hoje não teremos postagens dos Comentários Adicionais da Lição 5 - EBD Editora Betel - COMENTÁRIOS ADICIONAIS - O Milagre do perdão - 02/08/2015
EBD Editora Betel - CONTEÚDO Lição 5 - O Milagre do perdão - 02/08/2015
ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL
Texto Áureo
"Aqueles a quem perdoardes os pecados lhes são perdoados; e àqueles a quem os retiverdes lhes são retidos" Jo 20.23
Verdade Aplicada
A pessoa incapaz de perdoar destrói a ponte pela qual ela mesma deveria passar
Objetivos da Lição
Ensinar o conceito do perdão e os malefícios causados por sua ausência;
Mostrar a grandeza do perdão, seu alcance e a responsabilidade que temos em conceder perdão a todos que dele precisam;
Apresentar o perdão como o maior de todos os milagres, porque somente através dele a salvação pode ser experimentada.
Glossário
Irrisória: Insignificante
Utopia: Plano ou sonho irrealizável
Precursor: Aquele que vem adiante de alguém anunciar a sua chegada
Leituras Complementares
Segunda - Sl. 130.4
Terça - Mt 6.12
Quarta - 2Co 2.10
Quinta - 1 Jo 1.9
Sexta - Lc 5.21
Sábado - Sl 86.5
Texto de Referência
Lc 7.44 - E, voltando-se para a mulher, disse a Simão: Vês tu esta mulher? Entrei em tua casa, e não me deste água para os pés; mas esta regou-me os pés com lágrimas, e os enxugou com os cabelos de sua cabeça.
Lc 7.45 - Não me deste ósculo, mas esta, desde que entrou não tem cessado de me beijar os pés.
Lc 7.46 - Não me ungiste a cabeça com óleo, mas esta ungiu-me os pés com unguento
Lc. 7.47 - Por isso te digo que os seus muitos pecados lhe são perdoados, porque muito amou; mas aquele a quem pouco é perdoado pouco ama
1. Entendendo o conceito do perdão
Todo ser humano é falho, imperfeito e sujeito a erros. Mais cedo ou mais tarde isso acontecerá. E quando acontecer, o que faremos? Como agiremos? E se formos nós os causadores do problema? Consertaremos ou deixaremos como está? Perdoar é possível e, se aprendermos o que significa, tanto evitaremos quanto iremos reparar sérios transtornos.
1.1 O conceito de Amós
Para os rabinos, uma pessoa deveria ser perdoada no máximo até três vezes e, se houvesse transgressão na quarta, o tal deveria ser castigado. Eles se agarravam ao conceito de Amós. "Por três transgressões e por quatro" (Am 1.3,6,9,11,13; 2.1,46). Não se podia imaginar que um homem fosse mais piedoso do que Deus. Dessa maneira, se limitava o perdão a três ofensas. O que Jesus ensinou a Pedro sobre perdoar setenta vezes sete coloca um fim em regras humanas, demonstrando claramente que o perdão é possível e que não existe limite para se perdoar toda e qualquer ofensa (Mt 18.22). A falta de perdão além de produzir danos irreparáveis à nossa alma, ainda nos torna inimigos de Deus (Mt 6.15). 1.2 Quem não perdoa não é perdoado Uma lição que percorre todo o Novo Testamento é que o homem deve perdoar para ser perdoado (Jo 20.23). quem não perdoa a seu próximo, não pode pretender que Deus o perdoe. "Bem-aventurados os misericordiosos", disse jesus "porque eles alcançarão misericórdia" (Mt 5.7). Depois de ensinar Sua oração aos homens, Jesus ampliou uma das petições nela contida: "Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celeste vos perdoará; se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, tampouco vosso Pai vos perdoará as vossas ofensas" (Mt 6.14,15) 1.3 Os malefícios da falta de perdão No ano de 1999, o Dr. Fred Luskin criou o projeto da universidade de stanford para o perdão. Ele visava o impacto das emoções negativas, como raiva, mágoa e ressentimento no sistema cardíaco, causados pela ausência do perdão. Luskin descreve o perdão como sendo uma forma de se atingir a calma e a paz, tanto com o outro quanto consigo mesmo. Ele afirma que o perdão reduz a agitação que leva a problemas físicos; reduz o estresse que vem de pensar em algo doloroso e que não pode ser mudado; limita a ruminação que leva ao sentimento de impotência que reduz a capacidade de alguém cuidar de si mesmo. A conclusão do seu projeto foi a seguinte: pedir perdão produz cura (S 31.10; 32.1; 38.3) 2. A importância do perdão Jesus contou a história de um servo que devia uma impagável soma em dinheiro a seu senhor, o qual havia sido perdoado. Todavia, esse homem perdoado, não perdoou a dívida de outro que lhe devia uma irrisória quantia, antes foi encerrá-lo na prisão, até que passage a dívida (Mt 18.30) 2.1 Sem perdão, sem misericórdia A primeira dívida superava o valor do resgate de um rei. O contraste entre as dívidas era esmagador. O que está em jogo aqui não é o valor da dívida, mas o perdão. E o que se destacar é que nada do que temos que perdoar pode se comparar em forma vaga ou remota com o que nos perdoou. Fomos perdoados de uma dívida que está além de todo pagamento, porque o pecado do mundo provocou a morte do próprio Filho de Deus e, sendo assim, devemos perdoar como Deus nos perdoou, caso contrário, não podemos esperar encontrar misericórdia alguma. Jesus conectou a ação do rei com a ausência de perdão e o resultado foi desastroso para aquele homem ganancioso (Mt 18.32-35). 2.2 O perdão abre a porta para o Reino de Deus João Batista, o precursor de Jesus Cristo, preparou o caminho do Senhor com a mensagem de arrependimento, ou seja, a mensagem do perdão divino sobre todo aquele que desejasse viver uma nova vida da paz (Mt 3. 1,2). A primeira mensagem de Jesus foi: "Arrependei-vos, e crede no evangelho" (Mc 1.15). A dívida humana para com Deus era gigantesca e Jesus veio a esse mundo para quitar essa dívida. Paulo nos afirma que "Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não lhes imputando os seus pecados..." (2Co 5.19) 2.3 O perdão é a quitação completa da dívida A grandeza do perdão deve ser vista pela grandeza do pecado que Deus perdoa num momento único. Paulo nos afirma que a cédula de acusação contra nós foi cravada na cruz (Cl 2.14). Nossa sentença estava escrita, mas por Seu infinito amor e graça, o Senhor levou para a cruz essa sentença. À medida que Seu sangue ia escorrendo através do madeiro, todas as acusações contrárias a nós foram sendo riscadas. Ali, naquela cruz, estava em um só homem a sentença de todos os homens, até mesmo, os que ainda viriam a existir. Agora não existe mais condenação, o sangue de Jesus apagou tudo. 3. O maior de todos os milagres Consideravelmente, o perdão é o maior de todos os milagres. Nele está contido o ingresso para a salvação e esta é precedida quando o perdão é estabelecido. Pois, sem ele não há reconciliação. Vejamos alguns motivos dessa graça divina (Ef 2. 8,9) 3.1 O milagre do perdão Por mais que venhamos interpretar um milagre como estupendo ou glorioso, cada milagre realizado por Deus tende a nos atrair para Sua presença, causando em nossas vidas outro ainda maior que é o da salvação (Lc 10.20). Uma pessoa pode ser curada de câncer e morrer afastada da presença de Deus. Mesmo que ressuscite, irá morrer outra vez. E se, após ressuscitar, morrer desviado da presença de Deus? O maior milagre que as pessoas receberam da parte de Jesus foi: "a tua fé de salvou". Houve o perdão e com ele a salvação. (Mt 9.22; Mc 5.34; 10.52; Lc 7.50; 17.9) 3.2 O perdão nos coloca no âmbito da felicidade Qual é o motivo da nossa alegria como cristãos? Qual de nós não se alegraria ao realizar milagres extraordinários em nome de Jesus? Os discípulos, assim como cada um de nós, também foram tentados a colocar o motivo de suas alegrias no sucesso ministerial (Lc 10. 19,20). Mas Jesus lhes disse que maior que tudo isso era ter o nome escrito no livro da vida, e por quê? Porque se fizermos tudo e não estivermos reconciliados com Deus, de nada adiantou tanto esforço (Mt 16.26; Lc 9.25) 3.3 O propósito do poder sobrenatural de Deus Vivemos em um mundo abarrotado de novidades e informações, onde a ciência predomina e a tecnologia produz coisas que até duvidamos ser possíveis. Em meio a toda essa gama de informações e novidades que nos envolvem, muitas vezes nos esquecemos de nós mesmos. De como seria tão maravilhoso se pudéssemos viver sem amarguras, ressentimentos, culpas, temores e sem estar constantemente cometendo mesmos erros. Mas isso não é uma utopia, é uma realidade. Pedir perdão para muitos é sinal de fraqueza, para nós é a prova da quantidade de amor que recebemos de Deus (Lc 7.47). Perdoar é libertar e ser livre. Quem não sabe perdoar é porque não entende a verdade da cruz, ou nunca realmente experimentou o gozo de ser perdoado (mt 18.32-35).
Questionário
1. O que é perdoar?
2. Para os rabinos o perdão deveria ser dado quantas vezes?
3. Por que devemos perdoar como Deus nos perdoou?
4. Qual o motivo da nossa alegria?
5. Qual é o maior de todos os milagres
FONTE - EDITORA BETEL - Jovens e Adultos Dominical
Jairo era um importante homem da sinagoga
(chefe), tinha uma filha única, de apenas doze anos de idade
O popular homem em Israel, “chefe na
sinagoga”, representava religiosidade e respeito.
Um líder religioso
Qual era a função de
chefe da sinagoga?
No Novo Testamento encontramos três
referências sobre a pessoa do chefe da sinagoga:
Em Mc. 5,31-43 onde Jesus aparece a
curar, a filha de Jairo, chefe da sinagoga;
A figura de Sóstenes, em At. 18,16
também ele nomeado sem mais detalhes, chefe da sinagoga.
Em Atos 18.8 - Crispo -
Administrador da Sinagoga
As competências do chefe da sinagoga
eram a presidência da assembleia, interpretar a lei, decidir sobre questões
legais, administrar a justiça, abençoar os casamentos e decretar os
divórcios. Segundo uma inscrição encontrada na sinagoga de Corinto, o
chefe da sinagoga tinha também a responsabilidade da manutenção do edifício,
esta função exigia uma certa disponibilidade de dinheiro, podemos supor os
chefes da sinagogas pertencesse a uma classe social elevada.
Qual era a importância da Sinagoga
para cultura judaica?
Importância - A sinagoga pode ser considerada o elemento central da cultura e
religião judaicas. Diversas atividades eram praticadas na sinagoga e não apenas
o culto religioso. Segundo Flávio Josefo, historiador judeu, na sinagoga de
Tiberíades, região situada às margens do mar da Galiléia (Jo 6.1), havia
reuniões de natureza política. De fato, para melhor compreensão de algumas
passagens do Novo Testamento, é importante saber o que é uma sinagoga
judaica.
Origem - Por
volta de 750 a.C., o reino foi dividido em dois: Israel, na região Norte, e
Judá, na região Sul. Em 722 a.C., o reino do Norte foi devastado pelos
assírios. Séculos depois, mais precisamente em 587 a.C., o reino do Sul foi
conquistado pelos babilônios. Em 539 a.C., aqueles que regressaram à sua terra
natal passaram, então, a ser chamados de judeus, por serem provenientes de Judá
e da Judéia. Foi depois do regresso do exílio na Babilônia que a religião
que hoje conhecemos como judaísmo começou a se desenvolver.
O culto era realizado na sinagoga, um hábito adquirido na Babilônia,
devido à inexistência de um templo. O lugar servia como ponto de encontro dos
judeus para orações e leitura das Escrituras. O termo “sinagoga”, do grego
sunagoge, tecnicamente, significa “casa” ou “lugar de reunião”, do hebraico bêt
knesset. Alguns estudiosos creditam a Esdras a responsabilidade da criação da
sinagoga no contexto judaico, durante o exílio babilônico.
De acordo com recentes descobertas arqueológicas, a primeira sinagoga fundada
nas Américas foi a Sinagoga Kahal Zur Israel, no Brasil, em 1637, cujas antigas
ruínas se encontram cuidadosamente preservadas na cidade de Recife, no mesmo
local onde foi, posteriormente, construído o Centro Cultural Judaico do Estado
de Pernambuco.
A sinagoga no Novo Testamento - A Enciclopédia da Bíblia de Champlin nos informa que “no
tempo de Jesus havia sinagogas em qualquer vila. Em Jerusalém, existiam,
aproximadamente, 480”. Jesus frequentava, assiduamente, as sinagogas em Israel
(Mt 4.23; 9.35; Lc 4.16-30; 13.10; Jo 6.59; 18.20, entre outros).
A sinagoga era reservada às discussões voltadas ao judaísmo e,
eventualmente, ainda que correndo alguns riscos, eram conferidas oportunidades
para homilias livres: “E, depois da lição da lei e dos profetas, mandaram-lhes
dizer os principais da sinagoga: Homens irmãos, se tendes alguma palavra de
consolação para o povo, falai” (At 13.15).
As sinagogas foram pontos estratégicos para a difusão do evangelho pelos
primeiros missionários cristãos: “E logo [Paulo] nas sinagogas pregava a
Cristo, que este é o Filho de Deus” (At 9.20. V. tb. 13.5,40-42; 17.1,10,17;
18.4,26). Inegavelmente, Paulo soube fazer uso das sinagogas existentes na
Grécia e na Ásia Menor, onde aproveitou a ocasião para anunciar as boas-novas
aos gentios: “E eles, saindo de Perge, chegaram a Antioquia, da Pisídia, e,
entrando na sinagoga, num dia de sábado, assentaram-se” (At 13.14. V. tb. 14.1;
18.1,4).
1. JAIRO, O LÍDER DE
UMA SINAGOGA
1.1 Deixando de lado a
religiosidade
Como uma pessoa numa posição religiosa e social de tamanha importância "quebra os protocolos"?
Jairo busca a Jesus com um profunda urgência.
O sofrimento muitas vezes pavimenta o nosso caminho para Deus.
As aflições tornam-se bênçãos quando elas nos trazem a Jesus.
Jairo crê que se Jesus for com ele e impor as mãos sobre sua filhinha ela será salva e viverá, crer na eficácia do toque das mãos de Jesus e confia que Jesus é a esperança para a sua urgente necessidade.
O desespero de Jairo o levou a:
Transpor barreiras para ir a Jesus
Prostrar-se aos pés de Jesus
A se humilhar diante de Jesus.
Reconhecer que estava diante de alguém maior do que ele, do que os líderes judaicos, do que a própria sinagoga.
Reconhecer o poder de Jesus.
Não exigir nada exigir, mas pedir com humildade.
A ter consciência da dramática realidade que estava vivendo,
Sai da posição que estava e prostrar-se aos pés de Jesus, pois Ele era suficientemente grande para vencer todas as barreiras na hora da necessidade.
Jairo não expõe sua autoridade como chefe da sinagoga:
Ele tenta tirar proveito da sua condição social ou posição religiosa.
Na presença de Jesus não há espaço para vaidades.
Cair aos pés de Jesus é estar de pé, aqueles que caem aos seus pés, um dia estarão à sua destra.
Jairo
suplica a Jesus que vá a o encontro de sua filha, a palavra usada por Jairo é parakalew parakaleo, que significa literalmente:
dirigir-se a, falar a, (recorrer a, apelar para), o que pode ser
feito por meio de solicitação, conforto, instrução, etc.
rogar, solicitar, pedir;
e de forma mais completa significa: esforçar-se por satisfazer de
forma humilde e sem orgulho
1.2 Jairo, o principal
da sinagoga
Lembre a seus alunos que no início da aula já foi falado QUAL ERA A FUNÇÃO DE JAIRO E DO CHEFE DE UMA SINAGOGA. PERGUNTE A SEUS ALUNOS- (Perguntas de itens já explicados ajudam a verificar se sua classe está atenta e entendeu o que você explicou) Quem era mesmo Jairo? Qual era a função do Chefe da Sinagoga? Jairo era um líder na comunidade, a sinagoga era o lugar onde os judeus se reuniam para ler o livro da Lei, os Salmos e os Profetas, aprendendo e ensinando a seus filhos o caminho do Senhor. Jairo era o responsável pelos serviços religiosos no centro da cidade no sábado, pela escola, e tribunal de justiça, durante o restante da semana. Ele supervisionava o culto, cuidada dos rolos da Escritura, distribuía as ofertas, e administrava e cuidada do edifício onde funcionava a sinagoga. O líder da sinagoga era um dos homens mais importantes e respeitados da comunidade. 1.3 Duas grandes
realidades
1) A POSIÇÃO DE AUTORIDADE NÃO ISENTA NINGUÉM DO SOFRIMENTO
2) SÓ JESUS PODE DAR A VIDA, ELE TEM A CHAVE PARA MORTE
John Charles Ryle diz que a morte vem aos casebres e aos palácios, aos chefes e aos servos, aos ricos e aos pobres.
Reflita com sua classe:
A posição religiosa, social e econômica de um homem, entretanto, não o livra do sofrimento.
Jairo era líder, rico, influente, mas a enfermidade chegou à sua casa.
Seu dinheiro e sua influência não puderam manter a morte do lado de fora da sua casa.
Os filhos dos ricos ficam doentes e morrem também.
Somente no céu a doença e a morte não podem entrar.
PERGUNTA CHAVE - A posição social de um homem pode livrá-lo do sofrimento? Porque? Explique!
Professor (a), você pode usar esta pergunta para fazer um trabalho em duplas ou grupos de 3 a 5 pessoas
Dê 5 minutos a dupla e/ou grupo para discutir e em seguida peça que um representante de cada grupo fale sobre os pontos principais que foram discutidos
2. ALCANÇANDO
MILAGRES
2.1 Quando tudo parece
contrário PODE TUDO PARECER CONTRÁRIO.... MAS PORQUE ELE VIVE, GRAÇAS A ELE, TEMOS SEGUNDAS CHANCES, NOVOS INÍCIOS, PÁGINAS EM BRANCO NOVAMENTE, NOVAS POSSIBILIDADES UMA NOVA HISTÓRIA ESCRITA POR ELE E GRAÇAS A ELE
2.2 Ele tem a última palavra
Quando Jesus vai conosco, a morte não tem a última palavra
Os mensageiros que foram a Jairo e a multidão que estava em sua casa pensaram que a morte era o fim da linha, uma causa perdida, um situação irremediável.
Diante do coral da morte, ergue-se o solo da ressurreição: “Tomando-a pela mão, disse: Talita cumi, que quer dizer: Menina, eu te mando, levanta-te! Imediatamente, a menina se levantou e pôs-se a andar…” (5.41-42).
Para Jesus não tem causa perdida
Ele dá vista aos cegos, levanta os paralíticos, purifica os leprosos, liberta os possessos, ressuscita os mortos, quebra as cadeias dos cativos e levanta os que estão caídos.
Hoje ele dá vida aos que estão mortos em seus delitos e pecados. Ele arranca os escravos do diabo do império das trevas e faz deles embaixadores da vida.
Ele arranca um um drogado, um criminoso do porão de uma cadeia e faz dele um arauto do céu.
Ele apanha uma vida na lama da imoralidade e faz dela um facho de luz.
Ele apanha uma família quebrada e faz dela um jardim engrinaldado e perfumado de singela alegria.
2.3 Ela apenas dorme A VIDA QUE RENASCE Os que estão ali lamentando, aqueles que informaram Jairo, e os próprios
pais, sabem que a criança está morta. Jesus diz:
Que ela está apenas dormindo,
Ele faz um prognóstico teológico e não um diagnóstico físico
Muitos dizem
que a morte é o fim, Eles a vêem como um período, enquanto que é somente
um coma.
A morte, no entanto, não é permanente.
Do ponto de vista de Deus,
é um sono para o qual há um despertar.
Jesus promete mais do que isso.
Embora esteja morta, sua condição não é mais permanente do que o sono; ele
vai trazê-la de volta à vida.
3. DESAFIANDO O
PODER DA MORTE
3.1 Ele ouviu toda a
conversa EM MARCOS 5.21-24a - Jesus retorna ao outro lado do lago (possivelmente à Cafarnaum). Os gerasenos tinham implorado que Jesus fosse embora, mas aqui uma grande multidão o aguarda. Aparentemente, ele retoma seu ministério de ensino.
Ele é novamente interrompido, dessa vez por um homem chamado Jairo, que prostra-se diante de Jesus, implorando por sua filha que estava morrendo, "vem, impõe as mãos sobre ela, para que seja salva, e viverá." ATENÇÃO - Jairo vai com Jesus e Jesus cura primeiro a mulher do fluxo de sangue, no verso 35 chegam alguns dos principais da sinagoga e afirma que a filha dele havia morrido e ainda questiona porque ele cansava Jesus. JESUS HOUVE TUDO E DIZ PARA JAIRO - NÃO TEMAS, CRÊ SOMENTE.
3.2 Menina, a ti te
digo, levanta-te Cumprindo o que prometera, Jesus toma a criança pela mão e diz:
"Talitha Koumi!" (v. 41). Essas palavras de modo algum constituem uma
fórmula mágica ou encantamento, Marcos sente que a riqueza das palavras de
Jesus não caberiam numa tradução, então ele as cita no original aramaico
antes de indicar seu significado. Jesus
fala à menina, na sua língua materna (o aramaico), usando palavras mais do
que adequadas para a ocasião, como uma mãe chama uma criança de manhã,
dizendo: "Menina, está na hora, levante!"
A garota levanta-se e caminha, pois fora curada imediatamente.
Seu
apetite é restaurado.
Seus pais atônitos agora podem alimentá-la e cuidar dela.
Jesus lhes diz: "não deixem que saibam disso", pois ele também preocupa-se
com que a garota possa crescer numa vida normal, sem ser objeto de
curiosidade.
Também, não é bom revelar ao povo quem é Jesus, pois este já
tinha suas próprias respostas, como retrata a narrativa seguinte (6.1-6).
Aqueles que riram concluiriam, eventualmente, que ela estivera mesmo
dormindo. Ao prover suas necessidades físicas e psicológicas, Jesus mostra sua
preocupação pela qualidade de vida
“Talita cumi” era uma expressão em aramaico, que a pequena menina podia entender, pois o aramaico era a sua língua nativa. Assim Jesus estava demonstrando a ela não apenas seu poder, mas também, sua simpatia e seu amor. Jesus não usou nenhum encantamento nem palavra mágica. Somente com sua palavra de autoridade, sem uma luta ofegante, sem meios nem métodos, se impõe à morte. Diante da voz do onipotente Filho de Deus, a morte curva sua fronte altiva, dobra seus joelhos e prostra-se, vencida, perante o criador!
3.3 Ação antes do
milagre
Após a cura da mulher do fluxo de sangue, Jesus proíbe a multidão de acompanhá-lo. Pedro, Tiago e João, porém, são
escolhidos para continuar com Jesus.
Aparentemente eles eram mais sensíveis
àquilo que já haviam recebido, e lhes era dada a oportunidade de receberem
mais (cf. 4.25). Essa é uma excelente oportunidade de conhecer quem é Jesus
e de passar isso aos outros discípulos.
Seguindo o costume Palestino, o som da lamentação e do cântico,
acompanhado de flautas e palmas, enche o ar numa demonstração pública de
luto. Depois de perguntar-lhes a razão de toda aquela comoção, Jesus afirma:
"A criança não está morta, mas dorme" (v. 39). Em resposta riem de Jesus.
Os que estavam na casa riram de Jesus
Nada sabiam do Deus vivo, por isso, riram o riso da descrença.
Mas Jesus o expulsa (5.40).
Diante do coral da morte, ergue-se o solo da ressurreição
Jesus prepara Jairo, ele presencia a cura de uma mulher que tinha um fluxo de sangue e é provável que a fé daquela mulher alimentou sua fé. No meio de uma multidão, mediante notícias que sua filha já havia morrido, Jesus vai a casa de Jairo e cura a menina.
Quando Jesus vai conosco, o choro da morte é transformado na alegria da vida – v. 42
Aonde Jesus chega, entra a cura, a libertação e a vida.
Onde Jesus intervém, o lamento e o desespero são estancados.
Diante Dele, tudo aquilo que nos assusta precisa bater em retirada.
A morte foi tragada pela vitória.
Na presença de Jesus há plenitude de alegria.
Só ele pode acalmar os vendavais da nossa alma, aquietar nosso coração e trazer-nos esperança no meio do desespero.
O milagre foi completo, a vitória extraordinária, a alegria repleta.
CONCLUSÃO Faça a conclusão com seus alunos e Boa aula!